segunda-feira, junho 29, 2009

“Antes de tentar corrigir o mundo, tenha certeza de vê-lo corretamente”.

Blaine Lee

me dá uma mão?

É o tipo de expressão que não pode ser entendida ao pé da letra, se não o problema é grande. Mas que traduz uma das necessidades mais profundas do ser humano: receber ajuda.

Alguns precisam de uma mão para trocar um pneu, trocar uma lâmpada. Outros, carregar um sofá ou subir num barco. Crianças precisam de uma mão adulta para atravessar a rua, idosos, para descer uma escada. Adultos precisam de ajuda para as tarefas que não podem realizar sozinhos.

Há também as mãos para o lado errado. A mão do traficante desviando um jovem. A mão para acobertar o corrupto. A mão que indica o caminho que termina em becos escuros de solidão.

O fato é que todo mundo precisa de uma mão, quer admita ou não. Claro, sem deixar de reparar em que braço está presa, para ter certeza de que vai ser uma ajuda com precisão.

Deus estende as duas mãos para nos acolher e abraçar porque sabe o quando nossa vida precisa de receber uma mão. Aliás, uma, não, é A mão, que nos coloca no lugar certo, conduz pelo caminho certo e leva a corrigir o que está errado. Especialmente nossa maior dificuldade - receber uma mão para saber reconhecer. “Me dá uma mão?” é uma frase que pouco se ouve quando se trata de admitir. “Estou errado”. “Preciso mudar”. “O problema está em mim”. “Você tem razão”.

Mão que se estende em nossa direção estando nós ainda sem forças. Quando conseguirmos pedir, é porque já está lá, para sustentar e abraçar; e também para colocar em nossa vida pessoas de braços estendidos, para as horas de maior necessidade. Pois mãos são como farmácia; pode ser difícil, mas sempre se encontra uma aberta.

Quando recebemos esta Mão, portanto, já sabemos que vamos contar com o braço inteiro.

sexta-feira, junho 26, 2009

“Convicção é algo inútil enquanto não for convertida em conduta”.

Carlyle

Ídolo

Porquê Jesus Cristo jamais seria um ídolo pop do nosso tempo.

Um ídolo pop precisa ser idolatrado por milhões de pessoas ao redor do mundo
Jesus Cristo, quando na Terra, teve alguns seguidores. Mas dezenas de inimigos. E milhares de indiferentes.

O ídolo precisa ser excêntrico, ter manias e gostos que o distinguem, e que fazem sentido apenas para ele mesmo
As manias de Jesus Cristo eram comuns demais: comer, dormir, conversar, ajudar... O que pode ser chamar de excêntrico em sua trajetória são os milagres. Mas estes sempre faziam sentido para o próximo.

O ídolo precisa ser capaz de gerar, atrair e também amar milhões. De moedas.
Jesus fez tudo de graça apenas por amor a milhões. De pessoas.
Quem simplesmente faz dinheiro ás Suas custas hoje não entendeu o recado.

Um ídolo é amado por milhões de pessoas, assim como odiado por outras tantas. Mas não conhece quase nenhuma delas.
O Mestre foi amado por alguns; talvez ignorado por outros tantos. Mas conhece muito bem a todos. Todos.

A morte de um ídolo pop precisa causar comoção nacional ou mundial. São necessários um túmulo para visitar e imagens para relembrar.
A morte Dele foi vista por poucos, zombada por alguns e praticamente ignorada por “jornalistas” da época. Não há túmulo para visita. E é difícil alguém que ache lindo relembrar a figura de um condenado à pena de morte.

O Ídolo é distante, misterioso e inatingível
Já o Mestre - próximo, evidente, revelado demais.

Jesus Cristo jamais seria um ídolo, um Rei do pop, cinema, TV, nada. Mas Ele é algo quem ninguém mais será: o Rei dos reis. E basta. Não importa se há mídia ou não para este fato.
E é isto que Ele quer ser no coração de cada um, já que não está à procura de fãs; Ele está sempre à procura dos filhos.

E vai continuar a fazer isto até o fim. Pois este é o seu maior propósito: ‘Heal the World’.

quinta-feira, junho 25, 2009

O Rei do pop e o Rei dos reis

Morre Michael Jackson aos 50 anos, em Los Angeles, Califórnia.

Considerado o Rei do Pop, para muitos era quase um deus. Como destaca este trecho da matéria de Super Interessante:
'“Ídolos pop atingem um estágio em que acreditam ser invulneráveis. Isso acontece porque recebem níveis de veneração e aclamação próprios do status divino”, diz o sociólogo britânico Chris Rojek, autor do livro Celebrity (“Celebridade”, inédito em português).'

Aliás, a matéria toda é bem interessante.
Michael Jackson: peão do pop. (de uma indicação da @carolinerm via Twitter).


O antigo sonho humano nunca tem fim: celebridade, imortalidade, ser uma espécie de deus. O sonho que ilude. E também derruba.
O tempo mostra que o reis e mendigos, 'idolos' e fãs, todos acabam lado a lado, no mesmo espaço de chão.

Felizmente a antiga paciência Divina também continua a mesma, para nos conter em nossos delírios divinos e nos chamar, como humanos que somos, para perto do Rei dos Reis; de Michael Jackson a João da Silva.

Don't stop 'til you get enough.

(não pare até ter o suficiente).

quarta-feira, junho 24, 2009

“É melhor afastar-se da isca do que depois tentar livrar-se da armadilha”.

John Dryden

105 anos

A Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB) completa hoje 105 anos de trabalho.

Fundada em 24 de junho de 1904, por missionários norte-americanos, hoje a IELB está presente em todos os estados do Brasil, com 2.100 locais de culto, 750 pastores, 230 mil membros. Estão vinculadas a ela também dezenas de centros assistenciais, projetos, meios de comunicação e também escolas e faculdades. Dentre elas, o maior complexo educacional luterano e confessional do mundo - a Universidade Luterana do Brasil - ULBRA.
No dia 28 de junho, domingo, será celebrado o culto de 105 anos da IELB, nos pavilhões da FENAC em Novo Hamburgo. O culto inicia às 9h, mas a partir das 8h as pessoas serão recepcionadas com um cafezinho e poderão desfrutar de momentos de comunhão. Uma grande união coral, músicos do Seminário Concórdia e a Banda Marcial do colégio de Araricá abrilhantarão o momento.


Leia mais

Segredos

Ouça a mensagem de hoje


O
Post Secret é o blog sem propaganda mais visitado do mundo. São milhões de cliques desde seu início. No Twitter são também milhares os seguidores. Livro, palestras, encontros, sites de discussão... E não é tão dificil entender porque tanta visita e identificação com o conteúdo. É um projeto sobre revelar, anonimamente, no formato de um cartão postal (Post Card), segredos pessoais. .

A cada domingo, alguns dos milhares de cartões recebidos por Frank Warren, autor do projeto, são postados. As confissões vão de simples traquinagens do dia-a-dia a obscuros e pesados segredos em relacionamentos e confissões íntimas. E são de vários lugares do mundo. Pois o ser humano, em qualquer lugar, é um ser de segredos.

E é interessante esta nossa relação com eles. Por um lado, tentamos escondê-los ao máximo. Por outro, parece que há algo lá dentro insistindo para que os coloquemos para fora. Post Secret captou exatamente o meio de campo entre estes dois impulsos, oferecendo espaço para um segredo ser visto por milhões de pessoas e, ao mesmo tempo, não ser reconhecido por quase ninguém.

Relatos de pessoas em diversas comunidades relacionadas dão conta de que elas se sentem mais livres quando confessam segredos, ainda que de forma anônima. Ou sentem-se confortadas quando lêem um segredo de alguém que é exatamente igual ao seu.

Um vínculo importante deste projeto é sua ligação com serviços de ajuda a pessoas em depressão ou á beira do suicídio. Frequentemente os segredos postados são de pessoas que abandonaram a idéia de tirar a própria vida. Talvez porque, a partir da confissão anônima, começaram a se libertar de seus pesos e pesadelos.

Quando segredos não confessados nos prejudicam, sufocam, deprimem, eles podem prender. E, o que é interessante, numa cela cuja porta está aberta. Ninguém nos obriga a estar lá. Somos os ocupantes e também os guardas.
Cada um tem seus motivos para ter segredos. E cada um também tem seus motivos para confessá-los ou não.

O importante é sabermos que Deus não fez segredo sobre Seu plano para com o ser humano. Ele revelou Seu amor. E este alivia o coração, dá refúgio à alma, oferece nova vida a quem já pensa em dela desistir. Um porto seguro para os momentos em que segredos corroem o coração e somente o perdão pode restaurar e reerguer. Amor revelado em Jesus Cristo e que dura para sempre.

Amor que nos tira do anonimato para sermos chamados de filhos e podermos postar confiança plena em Seu cuidado bem conhecido. Porque segredos até podem ser anônimos. Mas nossa vida, não. Com Deus ela tem rosto, nome e sentido.

E tem também muitas e belas imagens. Como de cartão postal.

terça-feira, junho 23, 2009

“Eu sou paciente com a estupidez, mas não com aqueles que se orgulham dela”.

Edith Sitwell

Quando orar

por Ken Klaus


Há muito tempo atrás, os discípulos pediram a Jesus que os ensinasse a orar. Jesus atendeu o pedido e acabou nos deixando a mais bela e abrangente oração que o mundo jamais conheceu, o Pai-Nosso.

Se não fosse por sua onisciência, entretanto, até mesmo o Mestre poderia ficar surpreso ao descobrir como esta oração foi utilizada recentemente na Flórida.
Deixe-me explicar.

Algum tempo atrás, o diretor do Colégio ‘Pace’, no condado de Santa Rosa, Flórida, pediu ao diretor de atletismo para fazer uma oração antes da refeição em uma cerimônia festiva. È o tipo de ato que deixa o pessoal da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) bem louco.

Então, para que os estudantes pudessem ficar protegidos deste técnico de fé, a ACLU processou a escola.
E fizeram ainda mais.

Junto com o processo, a ACLU advertiu que a escola deveria garantir que nenhum dos pais, professores ou estudantes desse qualquer tipo de mensagem religiosa na gradução, que seria dentro de algumas semanas.

Para muitos estudantes, esta advertência foi longe demais. Em protesto às pesadas ameaças da ACLU, 400 formandos da Pace levantaram-se durante a cerimônia e recitaram o Pai-Nosso. Eu não ouvi noticias de como a ACLU se sentiu a respeito disso. Aposto que não gostaram muito.

Oração como protesto? Provavelmente não foi isso que Jesus tinha em mente quando ensinou os discípulos a orar.
Por outro lado, fico orgulhoso destes estudantes por não ficarem intimidados, fico contente em saber que eles seguiram suas consciências. Eu fico feliz em saber que eles levantaram-se por sua fé em face à perseguição.
E também eu pediria a eles que, pela graça e direção de Deus, continuassem a utilizar sempre a oração do Senhor. Mesmo quando não em protesto.



Rev. Ken Klaus
Locutor de LHM
St. Louis, EUA

segunda-feira, junho 22, 2009

“Pensamos em generalidades, mas vivemos no detalhe”.

Alfred Whitehead

Ter certeza

Saber que provavelmente fomos bem numa prova é bom. Ter certeza, ao ver a nota, muito melhor. Saber que podemos ganhar aquela bolsa de estudo anima. Ter certeza, ao ver nosso nome contemplado, indescritivel.

Tem também o outro lado.

Saber que há sujeira em ambientes politicos, todos sabem. Ter certeza, quando as denúnicas são comprovadas, dá enjoo. Saber que havia coisas erradas na instituição onde trabalha era uma coisa. Ter certeza pelos fatos inegáveis apresentados, é bem pior.

Uma coisa é saber. Outra, é ter certeza.

É por isso que saber que Deus existe não é suficiente. Isto é possível a qualquer um, por meio da Bíblia, que traz o conhecimento necessário para ter conhecimento de quem Ele é. Ter certeza de que este Deus está no coração, isto é o que faz diferença. Mas que só faz parte da vida daquele que crê. Não basta saber, portanto. É preciso crer.

Especialmente para os momentos em que a certeza do erro se torna evidente. Aquele que erra, se não tiver também certeza de que existe o caminho do arrependimento, perdão e recomeço, pode entrar pelo caminho do desespero. Aquele que se desespera sem ter certeza do abraço do Pai pode ir para ainda mais longe.

É Ele que nos traz certeza, segurança, paz. Alcança nosso coração não importa onde esteja, e dá continuidade ao saber, conhecer, aproximar. Ajuda a afastar-se do que prejudica e oferece a ‘bolsa de Vida’, gratuitamente, por causa de Jesus. O que amplifica em muito aquilo que sabemos ser bom. Fica simplesmente completo.

Porque uma coisa é ter certeza de que Deus está conosco. Aí, todas outras também.

sábado, junho 20, 2009

Torre

O Sino e a Torre.

O Sino é ouvido por todos, mesmo sem ser visto. Dentro do alcance de seu som, não há quem não saiba que ele está tocando e anunciando alguma coisa. De casamentos a funerais, todos o conhecem por seu som, barulho ou digamos, ‘fala”.
Todos ouvem. Mas não vêem.

A Torre é vista por todos, mesmo sem ser ouvida. Ela não ‘fala’ nada, não produz som, não dá recados audíveis. Mas está lá, firme, no mesmo lugar de sempre. Sinal visivel de que ali está uma casa de Deus, lugar onde a Palavra é recebida, celebrada, aprendida. E dão suporte aos sinos - quando os há - , sustentação para que anunciem sua mensagem.
Todos vêem. Mas não ouvem.

Aparentemente, ser ‘sino’ é o desejo da maioria. Falar, ser ouvido, dar recados. No entanto, é preciso ter cuidado com o segundo aspecto do ser sino. Falar muito, mas nunca ser visto. Estar lá, escondido. Ninguém o vê, só ouve falar.
As torres parecem ser menos almejadas. Afinal, estão lá, paradas, ‘apenas’ dando suporte. Não ‘comunicam”. Mas é engano nosso. Uma vida de ‘torre’ comunicam ainda mais do que a de ‘sino’. Pois o ser e fazer comunica muito mais do que o falar. Na verdade, o belo badalar de qualquer discurso pode ser derrubado em instantes por ações que não lhe dão suporte. Ser vem antes do falar..

A proposta de Deus é nos fazer ser, para então fazer. E também falar. Pois o nosso ser em Cristo comunica mais, chega mais longe, ‘fala’ mais do que as palavras que possamos pronunciar. Quando somos Nele, somos novas criaturas. Somos torres erguidas para mostrar ao mundo o Seu amor cuidado. E também sermos sinais do Seu badalar em um mundo que cada menos quer escutar e ser. Podemos ser ‘torres’ que dão suporte a princípios que ecoam longe, em muitos corações.

Portanto, ainda que às vezes badalar pareça ser mais ‘glamuroso’, nem sempre, por não termos a habilidade necessária, podemos ser Sino.

Mas sempre podemos ser Torre.

sexta-feira, junho 19, 2009

Straight To the Pain

Professor Odon Cavalcanti, also a psychiatrist, shared a story of physical pain with us at a chaplain’s meeting. Having severe back ache he tried many doctors for the cure.
Finally, he found someone to help him. The treatment included massage in some muscular regions and specifically in the most painful locations. “Where it hurt the most she pressed the most.” It felt like torture to him; “but I was glad that she did it this way,” he added. “Only when the cause of the pain is directly attacked it can lead to the cure.”

Sometimes we suffer longer than necessary. We don’t allow the pain of our lives to be touched. Every time someone approaches that pain, we flee. Whether someone is gentle or rough in a direct way. Sometimes we take offense. Sometimes we ignore the attempt to be helped. Or maybe we respond not-so-gently. We won’t allow the curative ‘massage’ straight to the pain. We miss out on the opportunity for the cure!

That’s why God shows our problems and defects. He puts His finger on our pain – lovingly trying to relieve it, cure it. That’s exactly what we need. His curative and caring love. Without taking the chance to be cured, we won’t learn and grow. Yet when we accept it and regularly invite ‘God’s massage’ he leads us, through Christ, to the cure from pain. The Lord works through our loved ones as they press softly or directly straight to the pain doing us a sweet favor.

It’s unavoidable to feel pain in this life. It happens… one day or the next. But to keep suffering, that’s an option. For in God we have the curative hands that go straight to the pain healing us in love.



Text revision:
Kim Starr, Deaconess Intern
St. Louis, MO, USA

O nome de Deus nas tragédias

Em qualquer situação, toda a nossa vida é ação de graças a Deus por tudo o que Ele fez e faz por nós.

O texto a seguir, no entanto, do psicólogo Ageu Heringer Lisboa, destaca a importância da solidariedade e do 'sofrer junto' com aqueles que perdem pessoas queridas em tragédias e acidentes. Vale a leitura.

Fonte: Ultimato

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O nome de Deus nas tragédias

Acompanhamos pela TV o noticiário da trágica queda do avião da Air France. Perplexidade. Tinha toda a sofisticada tecnologia, estava preparado para todos os problemas previstos de antemão, com garantias de sobra. Raio não derruba avião (?), os pilotos eram preparados, as revisões de rotina rigorosas estavam em dia.

Mistério. O Titanic um dia não afundou? A usina atômica de Chernobil não vazou? A nave Apolo não explodiu? Surge em todos a frustração diante das tragédias. Elas pareciam estar definitivamente afastadas por "obra e graça" do rigor científico e tecnológico. Entretanto, sempre existem importantes variáveis não percebidas ou apenas fracamente consideradas.
Os familiares das vítimas apresentam-se com múltiplos sentimentos. Quem perdeu o avião dá graças a Deus. E quem morreu, como fica? Quem quiz ou permitiu que acontecesse? Foi graças a quem?

Em acidentes assim, alguns sobrevivem e dizem graças a Deus; outros morrem, e quem dirá graças a Deus por eles? Então, graças a quem? Ou a ninguém, apenas uma fatalidade, que o próprio Deus não evitou? Quando Ele quiz, sustou o final do desfecho, como no sacrifício de Isaque quase consumado por Abraão.

Como ficam os parentes dos mortos quando escutam alguém que não foi atingido dizer que foi salvo graças a Deus? Ele selecionou alguns? Desígnio de sua soberania? Não é esta uma resposta humana para justificar Deus por tão grande ausência de sentido? Não seria melhor guardar silêncio e simplesmente agradecer por estarmos vivos?

Fico inquieto com estas questões. Concluo que não se pode evocar o nome de Deus sem muita reflexão antes. Será que todos usamos em vão o Seu Nome?

Talvez devamos falar nada. Apenas, como Jó, entregar os pontos e exclamar: nada sabemos, apenas nos inquietamos; o Eterno sabe, Ele dá , Ele tira. Um dia saberemos.

Vejo Jesus como resposta a este e outros mistérios. Ele não veio explicar, veio estar com aqueles que sofrem, com os perplexos. Sua própria morte pode até ser entendida como ato de loucura de Deus cumprida por mãos humanas. Morte que depois foi vencida na Ressurreição.
Que nEle todos descansem em paz, mortos e vivos!


Ageu Heringer Lisboa
Psicólogo, residente em São Paulo
Membro fundador e ex-presidente do
Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos
Se não puder ser sino, seja torre.

Conhecer

“Ensinar sobre algo a alguém depende do quanto conhecemos o que queremos transmitir.”

Uma frase absolutamente correta. Falar bem sobre alguma coisa depende diretamente de quanto a conhecemos.

_o que é preciso para um pai ou uma mãe ajudar o filho na tarefa de matemática?
_como é possível alguém chegar a ser um bom líder de um setor?
_o que leva alguém a poder ensinar uma turma de universitários?
_como levar uma Palavra de fé a quem precisa?

A resposta para as quatro perguntas é parecida: ter conhecimento sobre o que se quer fazer. Conhecer ajuda muito. Quanto mais sabemos a respeito daquilo que queremos compartilhar, com mais propriedade podemos realizar.

E o resultado disto é ainda maior. Quanto mais conhecemos, mais crescemos também nós mesmos. Vamos compreendendo que, quanto mais sabemos, mais há para aprender. Por isso, seremos mais comedidos nas afirmações categóricas e bem desejosos em poder aprender. Sempre mais.

Deus quer nos fazer crescer. E aprender. Especialmente sobre o último exemplo dos quatro acima. Quanto mais conhecemos para podermos compartilhar, mais a Palavra de fé alimenta o nosso coração. Ao vir em nossa direção em sentido único, Ele abre outra via, uma avenida vertical, pela qual podemos ir até Ele sempre, para agradecer, aprender, saber mais. E então, criarmos avenidas horizontais, na direção daqueles que podem ser ajudados com a mensagem de Cristo que traz paz, alegria. E também aprendizado e crescimento.

Neste ponto, vamos no dar conta de que, quanto mais aprendermos, mais vamos querer aprender.

segunda-feira, junho 15, 2009

o suficiente

Quando descobrimos que 'muito' nunca será 'o suficiente', estamos prontos para começar a viver contentes.

Projeto Lider de Louvor e Depoimento

Semana passada tivemos mais um fim de semana com o projeto ‘Lider de louvor’ na capela da Ulbra. Pastor Paulo Brum, Banda SONs, coro Sacro, instrumentos de sopro e uma galera pronta para ouvir a Deus e O louvar.
Durante a semana, recebemos um depoimento de um dos participantes, agradecendo a Deus pelo momento. Você pode conferi-lo abaixo.

E para conhecer um pouco deste trabalho do Pastor Paulo Brum e companhia, confira na barra lateral do blog o clipe ‘A vida assim”

Estes cultos acontecem sempre no primeiro fim de semanade cada mês, (sábado 19h, domingo, 10h), na capela universitária. Em julho, presença da banda Dinamys.



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Bom dia pastor!!!!
Escrevi este email assim que cheguei em casa pode servir de inspiração ao senhor é como se fosse uma resposta do trabalho que vocês fazem na igreja.obrigado
Ricardo Moraes


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Um domingo especial

Chamo-me Ricardo Moraes, e quero aqui por meio desta mensagem expressar um pouquinho do que senti hoje.
Acordei como todos os domingos um belo dia raio, uma linda manhã de inverno é chegada a hora de receber de meu Deus, o santo sacramento a Santa ceia. Porém, falta alguns minutos e vou arrumando os detalhes como que roupa usar, o mamá da nenê, e tudo que falta...
Escolhi o domingo para louvar a Deus no templo, pois é mais fácil de conciliar com o trabalho e estudos.
Chegou a hora, estou sentado no ultimo banco, pois é de fácil acesso pra quem chega em cima da hora. Começa o culto de adoração a Deus e muitas coisas são ditas para que todos entendam sobre o amor de Deus.
Mas este dia seria especial, e eu nem desconfiava. Hinos são cantados para que todos adorem a Deus, a congregação canta assim como eu, e minha esposa Alessandra nossa filha, Maria Eduarda está na escolinha bíblica também louvando a Deus. Mais hinos são cantados quando vi o Espírito Santo operando naquela canção ("me quebrou como um vaso me remodelou me refez"...). Me saltou ao coração o que vi, através de um homem chamado Paulo sim um homem, o poder de Deus ali estava saindo de sua boca guiando cada movimento que fazia, cada gesto nada passou despercebido a minha visão meus amigos. Eu vi e digo a quem poderá escutar que nessa manhã o Criador dos céus e da terra operou em minha frente, aquilo fez com que meu coração queimasse de uma maneira que já não sentia a tempos.
Hoje é o dia do pastor[10.06] e através de um dos seus recebi seu Santo Espírito. Claro que naquele momento tive que chorar agradecer a Deus em oração, porém minha vontade era de gritar e sair de onde eu estava e abraçá-lo e dizer isso tudo que aqui está escrito. Sinto ainda escrevendo essa mensagem, agradeço a Deus por mais esse milagre em minha vida, e agradeço a esse homem Paulo e todos os pastores desta igreja Lucas, um grande amigo Grasel, um grande homem assim como Marco. A todos muito obrigado agradeço também aos músicos e ao coral que lá estava.
Sejam todos cientes que Deus está em todo lugar, inclusive na igreja. Louvado seja Deus!

Opostos

Duas situações opostas.

O problema com o Airbus da Air France aconteceu lá em cima, talvez a 11 mil metros. Mas respostas sobre as causas do acidente provavelmente só virão se for encontrada a caixa-preta. Lá embaixo, a talvez 5 ou 6 mil metros de profundidade.

Nossos problemas acontecem aqui embaixo, enquanto seguimos nossa rota de vida. Mas para encontrarmos caminho, profundidade e segurança, precisamos lá de cima. Voltar nossos olhos para Deus.

O problema é que gostamos de inverter. Seria meio estranho, por exemplo, a Força Aéra Brasileira enviar aviões a 11 mil metros para buscar os motivos do acidente. O mais lógico são navios e submarinos. Da mesma forma acaba sendo estranho tentar mergulhar de submarino dentro do nosso ser, achando que a podemos encontrar e decifrar sozinhos nossas caixas cheias de perguntas. É melhor voar alto, na direção de Deus.

Mas aí a comparação precisa de algo mais. Pois é justamente nestes momentos dificeis que nos sentimos sem forças para alçar voos. Como chegar ‘até lá em cima’? E mais, qual vai ser a postura de Deus: “te vira meu amigo, se te levantares, se tiveres fé, se te ajudares, aí então Eu te ajudarei” ?

Claro que não. Pois não sei se poderiamos chamar de ‘Deus’ um ser desta natureza. O Deus que conhecemos em fé, de Sua Palavra, é aquele que vem ao nosso encontro, mergulha em nosso ser, abre nossa caixa preta de problemas para perdoar-nos e fortalecer a fé em Jesus de que precisamos para nos levantarmos Sem a ajuda Dele, não conseguimos ‘nos ajudar’. Ele vem para nos dar forças para podermos levantar. Ele não espera, mas toma a iniciativa. Ele não apenas dá o caminho, mas segue junto cada passo. Ele não apenas estimula a andar, mas carrega no colo, se preciso for.

Ou seja, mergulhar no amor de Deus para que Ele nos leve mais Alto.

É aí que os opostos se atraem.

sábado, junho 13, 2009

Controvérsia jurássica

Matéria do site criacionista 'Darwinismo' retoma a idéia de que os dinossauros são mais novos do que se pensa.

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Ciência confirma: Dinossauros não viveram há milhões de anos

Imagina que estás a ver um programa de televisão onde um homem idoso, meio surdo, pele envelhecida, costas curvas e paralítico afirma que tem 130 anos. Embora muitos de nós pudesse ficar céptico em relação a tal declaração (devido a raridade da ocorrência), se por acaso houvesse um homem na Terra com 130 anos, provavelmente o seu aspecto não seria muito diferente do aspecto deste homem.

Agora imagina que um homem forte, maratonista, com pele firme e brilhante, cabelo lustroso, boa memória e tensão arterial baixa afirmasse que tinha 130 anos. Que indivíduo razoável acreditaria em tal declaração? Practicamente toda a gente poria em causa tal afirmação, especialmente os médicos que mais tarde descobrissem que ele tinha um físico de alguém com 20 anos.

Entremos agora no mundo da “ciência evolutiva” (contradição). De acordo com os sempre fiáveis métodos de adivinhação/”datação” evolutivos, os dinossauros supostamente extinguiram-se há 65 milhões de anos atrás. Daí se infere que qualquer fóssil de dinossauro que seja encontrado nas camadas geológicas tem que ter no mínimo 65 milhões de anos.

Mas e se o fóssil não aparenta ser tão antigo? E se, após inspecção científica, fossem descobertos ossos de dinossauro com tecido ósseo “fibroso“, “flexível” e “resilente“, que quando “esticado volta ao seu tamanho ou forma inicial“(1)? E se proteínas como o colagénio fossem encontradas lado a lado com a “hemoglobina, elastina e lamina, bem como estruturas tipo células parecidas com células sanguíneas e células ósseas“(2)? Será que os evolucionistas concluiriam o mesmo que quase toda a gente no que toca ao maratonista de 130 anos?

Leia o artigo completo.

Awesome


Awesome pomegranate.

I know, it's kind of weird putting these two words together. But I did that because these are two English words I appreciate very much. For some reason they sound so nice to my ears! I like the sound when speaking them loud, even though a word like 'awesome' is pretty hard for a Portuguese speaker to pronounce. .

I don't know exactly why I appreciate 'pomegranate". While at Kimballs' NYC home in 2006 I came across with this word when Pastor Paulo, music chaplain at Ulbra, and I were in the US. .We drank pomegranate juice together. I have to confess that the liquid sounded not as good as the word. But it was ok. The word yet stuck with me since then. Pomegranate.

But I know exactly why I appreciate the word 'awesome.' Its sound and how it's pronounced. The first time and many times since I heard it with 'wonderful' - 'awesome': God. "God is awesome!" Then I learned that in English when you want to refer to our Great, Caring and Loving God, you have a sound and powerful word. Awesome.

It's just awesome His love to mankind, His care for our lives, His work through Christ to give us peace, love and salvation.

It's just awesome how He shows His love in everything all around. From a pomegranate's seed to the top of the mountains. From a regular day to days of crisis. From the top of HIs Word to the bottom of our hearts. So that we could say from the top of our lungs: Awesome!

Then it's just awesome the opportunity we have everyday, from the dawn to sunset, to thank him for being nothing less than awesome in every step we make in our path guided by His hand.

I remember of joking with the Kimballs that if someday they come to Brazil and find a store called 'Awesome pomegranate', then they'll know I have my own business. Probably that will never happen. But I pray to God that inside my chest I can always have opened the 'store' of my heart with this big and sound sign: God is awesome.

quarta-feira, junho 10, 2009

Pra ver como muito dinheiro necessariamente não nos deixa dormir tranquilos.



Israelense joga fora colchão em que a mãe escondia US$ 1 milhão
“A falha não é o único castigo para a preguiça. Há também o sucesso do outro”.

Jules Renard

'cano' certo

Uma bebida gaúcha típica que, com a água na temperatura certa, mesmo sendo um tanto amarga, tem um gosto agradável, sendo também socializante, reunindo pessoas para conversar e trocar idéias.

Uma bebida com potencial letal elevado, sendo um perigo para a saúde. Capaz de deixar o chimarrista sem fôlego e, inclusive, pensar que poderá morrer devido à sua ingestão.

Especialmente você, que é de fora do RS, qual descrição do chimarrão utilizaria, tendo um primeiro contato com ele? Acredito que a primeira, se tivesse uma experiência normal.

Mas talvez utilizaria a segunda, se fosse o Pastor Bruce.

O colega capelão Bruce Peffer, da Concordia University, de Austin, visitou o Brasil no mês de maio. Esteve conosco por 5 dias, após passar por outros estados. E foi no primeiro dia que tudo aconteceu.
Ele contou que já no primeiro dia em solo brasileiro, recebeu uma cuia de chimarrão. Como bom turista, querendo conhecer os costumes locais, aceitou e tentou. Com bom turista igualmente, puxava, puxava, e não conseguia obter a água quente. Até que numa tentativa em que estava mais ‘relaxado’, achando que nada viria mesmo, algo veio. Àgua e erva. Só que, como costumamos dizer, entrou pelo ‘caninho errado’. A traquéia.

Já conhecemos o desespero de alguém que se engasga com algo. Agora se este alguém for um estrangeiro recém-chegado, tentando conhecer os costumes de um pais diferente, dá para imaginar o tamanho deste desespero... No fim deu tudo certo. Mas foram alguns segundos de pânico para este nosso colega.

Erva e água quente no ‘cano’ certo, perfeito! Erva e água quente no ‘cano’ errado....perigo!

O mesmo vale para a vida, quando direcionamos para o lado errado aquilo que está aí para nos fazer bem. Nosso corpo, nossos talentos, qualidades. Os bens materiais que Deus coloca em nossas mãos. As oportunidades. Se forem mal direcionadas, podem nos fazer errar, perder o rumo, ‘engasgar’. E até mesmo correr risco muito sério.

Neste sentido, a fé é o ‘cano certo’ pelo qual Deus escoa todo o seu amor. Assim, nos fortalece e orienta ao canalizarmos também para o melhor uso tudo o que Ele coloca em nossas mãos. E o mais interessante é que, neste caso, até de coisas aparentemente negativas ou sem uso podemos fazer grandes oportunidades de serviço, auxílio e cuidado. Basta que este ‘cano’ certo esteja sempre desobstruído para nos conduzir pelo Caminho que Jesus nos dá.

Presentes de Deus canalizados corretamente são, portanto, melhores que um bom chimarrão.

E olha que chimarrão - eu garanto - é coisa bem boa.

segunda-feira, junho 08, 2009

Livro do Toque de Vida


Já conhece? 200 páginas com mensagens do programa, para ler, guardar, e reler quando precisar.

Para adquirir, fale com a Michele, da Editora da Ulbra:
micheleg@ulbra.br
ou pelo telefone: [51] 3477.9118
“Todo mundo adora justiça nos assuntos do outro”.

Provérbio italiano

Freud e fé

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Freud errou. Ao menos foi o que me pareceu, veja se você concorda.

“Quanto mais os frutos do conhecimento se tornam acessíveis aos homens, mais disseminado é o declínio da crença religiosa”. (
fonte)

A verdade é que o conhecimento, de fato, aumentou e muito. Exponencialmente. O que era o conhecimento e tecnologia no inicio do século XX, época de Sigmund Freud, e o que é hoje? Impressionante.
No entanto, a crença religiosa entrou em declínio? Não é o que parece. Ao contrário! O início do século XXI nos traz uma profusão quase excessiva de crenças, religiosidades e ‘fés’. Até o comércio deixa isto visível, quando canais de televisão antes restritos à música ‘do mundo’ agora inserem músicas sacras em sua programação e em sua propaganda de CDs e DVDs.

Freud errou. O conhecimento se multiplicou, mas a crença religiosa permanece viva, vigorosa, ativa.

Mas Freud também acertou se pensarmos em outro aspecto de suas palavras. Quando o ser humano se apóia sobre o seu conhecimento e tecnologia, aí sim, começa a declinar a fé em seu coração. Os arroubos dos autos, auto-estima, auto-gerenciamento, auto-motivação; a confiança no que se faz, dirige, põe no bolso ou constrói, tudo isso, aos poucos, pode levar a fé à conclusão: “pra que Deus”?

Pena quando isso acontece. Pois o conhecimento humano, tão frágil, limitado, imperfeito, é pouco para garantir alguma coisa. Conhecimento que, por exemplo, não consegue, após vários dias, nem mesmo determinar o que aconteceu com um ultramoderno avião que desapareceu ao voar sobre o mar. Conhecimento que se cala diante de perguntas como o inicio da vida; que causa barbáries como as guerras – e dias como o ‘D’, lembrado em 06 de junho. Até que ponto o conhecimento pode ser posto a serviço da estupidez e ganância humana...

Por isso, sábia é a palavra bíblica de Paulo “Vivemos pela fé, não pelo que vemos” *. Sim, a fé é aquela semente invisível, plantada no coração, mas que, pela ação de Deus, cresce para nos dar sustentação e força. Fé que gera o Conhecimento pleno, forte, perfeito, capaz de sustentar nossa vida no ar, dando segurança ao vôo e certeza do destino final. Tudo porque naquele ‘Dia D’, na sua cruz, Cristo garantiu esta vitória que conhecimento algum, por maior e mais amplo, pode sequer equiparar.

Como pode uma sementinha, invisível, frágil tantas vezes, ser mais forte, mas segura e constante do que todo o espetáculo e demonstração visíveis de conhecimento, força e tecnologia de nosso mundo?

Isto, nem Freud explica.


* 2 Coríntios 5.7

sexta-feira, junho 05, 2009

“Mudanças inesperadas são oportunidades disfarçadas.”

J. David Branon

Recado

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Em 12 de agosto de 1985, o voo 123 da Japan Airlines (JAL) caiu no Monte Takamagahara, a 100 km de Tóquio. De um total de 524 pessoas a bordo, apenas 4 foram encontradas com vida.

Por uma falha de manutenção, a aeronave perdeu, em pleno voo, seu
establizador vertical e outros componentes, o que tornou impossivel o controle do avião. A tripulação conseguiu ainda, durante meia hora, tentar bravamente algum desfecho menos trágico.

Durante meia hora, o avião voou descontroladamente, até encontrar seu fim. Nestes trinta minutos, muitos passageiros escreveram bilhetes de despedida para seus familiares, que posteriormente foram encontrados e hoje estão expostos no memorial das vítimas, em Tóquio.

Quais as palavras que emergiram naquele momento aos corações? Podemos imaginar que as mesmas que qualquer um de nós escreveria. Palavras boas, de carinho, amor, consideração. Palavras fortes. Os sentimentos mais profundos que sentimos por quem faz diferença em nossa vida.

Precisamos esperar um momento de crise para fazer algo assim?

Não, não precisamos. Estamos aqui, em solo firme, perto ou nem tanto de quem amamos. Porque esperar? Podemos hoje, agora mesmo, escrever, falar. Declarar nosso amor, enfatizar o quanto são importantes. Deixar um pequeno recado, ou fazer um pequeno favor. Ouvir com tolerância uma critica e procurar aprender, suavizar a voz, pensar um pouco mais antes de gritar. Dar mais um abraço, aceitar mais um beijo, esquecer aquela magoa. Mostrar como são pessoas que fazem toda diferença em nossa vida.

Cada dia e hora que Deus nos dá são os momentos preciosos que temos para agradecer, pedir perdão, continuar, recomeçar. Acima de tudo, crer, amar, viver. Desta forma, deixamos um belo e profundo recado para muitos corações.

E este não é um texto rascunhado em poucos minutos. Será uma mensagem escrita durante a vida inteira.
Um lida com o feio exterior. O outro, interior. Mas nenhum dos dois pode mudar quem a pessoa realmente é. Maquiadores e Psiquiatras.

E, em alguns casos, ambos usam divãs.

Dejar


Bill Zohoski, uno de los pasajeros del vuelo 1549 de la US Airways, que aterrizó en el Río Hudson en Nueva York, en enero de 2009, relató que en los momentos que siguieron a la queda estaba en el hondo del avión y el agua comenzaba a llega en la altura del cuello. La temperatura ambiente era de 20º F, algo como -4º C. El necesitaba nadar para la parte delantera de la aeronave para vivir. Entonces, sacó su ropa, para poder avanzar e salir.
Ahora está salvo, así como las otras 154 personas que estaban a bordo.

La actitud de ese pasajero hace recordar que, en ciertos momentos decisivos, o dejamos algunas cosas para tras, o no mas conseguiremos seguir adelante. Sean estas cosas malas o aun no tan malas.

Quizás Zohoski vestia una ropa simples, pero talvez fuera un traje Armani. Quizás no tenia nada en los bolsillos, pero quizás, un polígrafo Mont Blanc. Y en el bagaje, ¿cuantas cosas importantes se perdieron? Solamente que, en la hora, nada era más importante que nadar para la vida.

Necesitamos escoger entre dejar para tras las cosas que nos impiden de progresar, o se agarrar a ellas y, quién sabe, quedarse por el camino.

La fe en Jesucristo nos mueve a desapegarnos de todo lo que puede no hacer congelar de miedo, angustia o egoísmo. O de lo que, mismo aparentemente bueno, ya no sirve más. Aun mismo que sea difícil, como probablemente habrá sido para Zohoski nadar en el agua congelante hasta ser rescatado y calentado. La seguridad dada por Jesús no da motivos para no desistir en medio a desastres o reveses, pero para continuar confiando que El tiene la vida en las manos. Y nos desprender de lo que fuera necesario para alcanzar lo que es importante.

Y, si él piloto del Airbus, Charles Sullenberger, fué, com justicia, alabado por salvar 155 vidas – incluso la suya -, imagine el loor que merece Jesucristo: por salvar todas las vidas, El dio la Suya.



Traducción:
Pastor André Luiz Muller
Canoas, RS, Brasil

See again

“Will we see them again?”

Maybe this was the main question on the mind of families, friends and people related to passengers on Air France flight 447, from Rio to Paris, on Monday, June 1st,. The aircraft, Air Bus A330-200, went off the radar screens as it flew over the Atlantic coast near the northeastern coast of Brazil. Then gradually wreckage and debris were found; but no one – even now – is sure about what or how it happened. At that – as still now - there was no sign of survivors.

But as time went by the question received its ultimate answer. The chances of survivors became remote. The possibility of finding someone alive lessened. Even finding the “Black Box” or bodies looks dim.

But back to the opening question, the chances of seeing them again should not be put away. Because even if sometimes people think of life only in terms of the years we spend here walking on the earth or flying overseas, actually life is something that never ends. When life begins in conception it is a beginning with no end. A life is something that never ends.

That’s why meeting again is possible, for sure! Jesus Christ brought to this world that certainty. When He accomplished His work he gave the certainty of something unique: the life everlasting. By faith in Him the ones who depart from this world are not in a random flight. They head our Father’s House, Heaven. And there we’ll meet them again in that the day when our departure comes. By faith, that’s where we’ll head too.

At a time like this plane crash tragedy the frailty of human life comes to mind. Departures are part of life here. Crying is inevitable. Separations happen.
Yet we ‘may’ see them again.

Actually, in Christ, there is no ‘may.’




Text revision:
Kim Starr, Deaconess Intern
St. Louis, MO, USA.

quinta-feira, junho 04, 2009

Herdeiros

Banda Herdeiros no Planeta Gospel. Trecho do clipe "Mais de Ti", que faz parte da programação do Toque de Vida na Ulbra TV.

terça-feira, junho 02, 2009

“Seja gentil, pois cada pessoa que você encontra está lutando uma difícil batalha”.

Platão

Reencontro

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“Será possivel reencontrá-los?”

Esta deve ser a principal pergunta na mente de famliiares, amigos e todas as pessoas ligadas ao voo 447 da Air France. O Air Bus, que voava do Rio de Janeiro para Paris, sumiu dos radares quando voava sobre o Atlantico. Aos poucos, destroços vão aparecendo, mas ainda não se sabe ao certo o que aconteceu, como aconteceu. E se há sobreviventes.

Mas à medida que o tempo passa, a pergunta parece tristemente ir ganhando sua resposta definitiva. As chances de haver sobreviventes são remotas. As chances de encontrar alguém com vida, também. Até mesmo de recuperar destroços, caixa-preta, vestígios.

Mas a chance de reencontro, esta não pode ser descartada. Ainda que às vezes se pense em vida como apenas o que acontece aqui nestes anos em que passamos pisando sobre a terra ou voando sobre os mares, na verdade vida é algo que nunca acaba. Quando começa, lá na concepção no ventre materno, é um começo sem fim. Nunca mais vai acabar.

Por isso, o reencontro é possível, sim. Jesus Cristo trouxe esta certeza quando, com Sua obra, garantiu exatamente isto: a vida eterna. Pela fé Nele, aqueles que partem deste mundo não estão num voo sem destino. Estão rumo à Casa do Pai. E lá já estarão prontos para o reencontro, quando for a nossa vez de partir, nesta fé, desta para uma muito melhor.

Em momentos como este acidente, em que a fragilidade da vida humana é exposta, somos lembrados de que partidas fazem parte da vida; chorar é inevitável. Separações acontecem.

Mas reencontros, também.

segunda-feira, junho 01, 2009

“Gastamos muito tempo de nossa vida amando coisas, ao invés de pessoas”.

Antonia Brenner

Inspiração

É de palavras, frases ou pensamentos em conversas com amigos que, às vezes, surgem idéias para toques de vida. Nada melhor que a vida diária para providenciar os ‘ganchos’ certos onde pendurar reflexões. Comentei isto com uma amiga - cuja conversa em outros momentos já havia gerado idéias -, mas ela mencionou que desta vez não seria o caso. “Não ando sendo fonte nenhuma de inspiração de idéias”, foi seu comentário.

Bem, ela estava enganada. Está aqui o Toque de Vida ilustrado por esta conversa. A não-inspiração dela foi a inspiração para o texto de hoje.

É assim que Deus age em determinados momentos de nossa vida. Aqueles, em que nos sentimos desanimados, fracos, ‘sem inspiração’. Achamos que não vai dar mais, e que não temos forças. Sò que a inspiração depende menos de nós, mais Dele. A força está menos em nós, mais Nele. O ânimo e a vontade de seguir em frente passam menos pela nossa determinação e mais pela ação Dele em nossa vontade. Desde a respiração até a consumação de qualquer plano. Tudo passa por Ele. E é Nele que, pela fé, tudo podemos. “Tudo posso Naquele que me fortalece” *

E não apenas inspiração, mas especialmente força, vontade. E também a transpiração, o fazer, ir em frente, lutar. Se Deus transformou até um momento pouco inspirador, trágico – a morte de Jesus numa cruz – na mais importante e significativa imagem para nossa vida, o que não conseguirá fazer com os dias de ‘não-inspiração’ que tentam nos desanimar?

Era uma mensagem que eu poderia enviar apenas para minha amiga ‘não-inspirada’. Mas compartilho também com todos os leitores a quem, porventura, ela puder inspirar.


( * Livro de Filipenses 4.13)