quinta-feira, outubro 23, 2014

quarta-feira, outubro 22, 2014

Vale a pena ser honesto?


por Marcos Schmidt


Vale a pena ser honesto? A dúvida tem dois mil e quinhentos anos, do tempo do profeta Malaquias: “A gente vê que tudo dá certo para os maus; quando põem Deus à prova, eles não são castigados” (3.15).  Mas será que é assim mesmo? Conhecemos o ditado: “a justiça tarda mas não falha”. E isto fica evidente na experiência do profeta: “E mais uma vez o meu povo verá a diferença entre o que acontece com as pessoas boas e com as más” (3.18).  A parábola do empregado (Lucas 12.41-48) que faz as coisas certas só quando o patrão está na frente dele traz um recado de Jesus para os que nem estão aí com a ética, honestidade, fidelidade, justiça: o patrão voltará no dia em que o empregado infiel menos espera.

Dias atrás li o artigo “Enganar as pessoas no trabalho pode arruinar uma carreira”, de um diretor de empresa. Ele baseia-se na famosa frase “pode-se enganar a todos por algum tempo, pode-se enganar alguns por todo o tempo, mas não se pode enganar a todos durante todo o tempo”. Entre várias situações de desonestidade e corrupção, cita o caso de empresas que manipulam seu balanço financeiro e lembra o que aconteceu com Eike Batista. “Se você quer crescer profissionalmente de forma duradoura, não engane ninguém”, conclui o autor. O recado é oportuno especialmente aos nossos políticos, os eleitos e os que serão eleitos.
                                           
Agora, não podemos esquecer que quando a Bíblia fala em "pessoa boa e pessoa má", ela é categórica: “Todos pecaram e estão afastados da presença gloriosa de Deus. Mas, pela sua graça e sem exigir nada, Deus aceita todos por meio de Cristo Jesus, que os salva” (Romanos 3.23,24). No entendimento bíblico, só é espiritualmente bom e justo aquele que está unido pela fé com a única pessoa que foi honesta e perfeita na face na Terra, o Deus-Homem. É nesta e por esta nova vida que a Bíblia conclama: "Sejam filhos de Deus, vivendo sem nenhuma culpa no meio de pessoas más que não querem saber de Deus" (Filipenses 2.15).


Rev. Marcos Schmidt
Novo Hamburgo, RS

sexta-feira, outubro 10, 2014

Diagnósticos

“Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.”
 
Esta é uma das afirmações contundentes de Allen Frances, que dirigiu por vários anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais.  Apontando uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil, indica que fármacos são, sim, importantes para transtornos mentais severos. Mas, segundo Frances, “o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar”. A entrevista toda está aqui.
 
Tudo agora é doença. Se estou triste ou chateado, deve ser depressão. Se como um pouco demais, é transtorno alimentar. Se costumo ser animado ou agitado, devo ser hiperativo. E com uma população tendo acesso a nomes e descrições genéricas, sem real e profundo conhecimento do tema, temos milhões de médicos receitando, com rapidez, transtornos, síndromes e tratamentos.
 
Curiosamente, a única doença que, de fato, todos têm dentro de si, cujo diagnóstico é definido e cujos sintomas e consequências são nefastos, esta poucos,ou ninguém, quer admitir que tem. Já está mapeada e é conhecida pelo nome cientifico de Pecado. Pode ser associada também a erro, desvio, imperfeição. Mas está lá, desde o nascimento, e se desenvolve por toda a vida. Só que, então, não queremos aceitar a constatação. E frases como “Eu erro como todo mundo”, “não me arrependo de nada do que fiz “ e “pago em dia minhas contas,não mato e não roubo” parecem ser o comprimido mágico mais do que suficiente para saná-la, controlá-la ou eliminá-la.
 
Não é assim. Não existe tratamento mágico contra este estar-mal. O que existe é tratamento gratuito.
 
Um tratamento eficaz, consistente e duradouro. A cura para esta doença foi extraída do sangue -  o sangue mais perfeito que já circulou na Terra. Uma cura que nenhuma industria de fármacos teria condições subsidiar, fabricar e vender. E que é estendida absolutamente de graça, por meio de um receptor de duas letras – Fé. Jesus Cristo não mediu esforços e designou meios para que tanto o diagnóstico da doença como a noticia da cura cheguem a cada vez mais pessoas. Especialmente, as que ainda não sabem que são doentes.
 
Uma cura que nos leva além de não matar, não roubar e pagar as contas em dia. Garante vida completamente nova.
 
 
((P. Lucas André Albrecht)

quarta-feira, outubro 01, 2014

Ele não esquece

·         Ouça esta mensagem


Os pais que já tiveram a experiência de deixar o filho na escola no primeiro dia de aula sabem que pode ser uma experiência difícil pra criança. É o momento em que elas se afastam da segurança da familia para um lugar que poderíamos chamar, olhando pelos olhos da criança, de solitário e hostil.

Do ponto de vista do adulto não parece grande coisa. Ele deixa a criança no inicio da manhã, ou da tarde, e, no fim, está lá para buscá-la. Apenas um turno de 4 a 5 horas… Mas, e para ela?... Pois, a gente lembra muito bem: quando somos crianças, a noção de tempo é diferente. Tudo parece que demora mais. Para ela, é uma manhã que parece que não vai acabar. E aí, pode surgir a dúvida, a ansiedade, o medo. ”Onde está meu pai, minha mãe? Será que viraram as costas, será que esqueceram de mim?”

Depois do que parece uma eternidade, chega o momento em que lá estão eles para nos buscar. Alivio. Paz. Segurança da presença deles.

Podemos lembrar  desta ilustração nos momentos mais duros e solitários de nossa existência, aqueles em que a sensação é de que o Pai nos largou em algum lugar e virou as costas. Esqueceu-se de seus filhos. Nossa noção de tempo é diferente, e podemos nos angustiar demais. Podemos nos sentir inseguros.Podemos ficar com muito medo...

Mas o Pai jamais nos esqueceu. Jesus Cristo jamais deixa de ter seu olhar em nossa vida, nem sequer por um minuto.

Ele sempre esteve lá e sempre vai estar.

E no Seu tempo, vai trazer Alivio, Segurança e Paz.

  

(P. Lucas André Albrecht)

Ele não esquece - Minuto Toque de Vida

Concerto reunirá 240 vozes na Capela Universitária

Atividade musical terá participação da orquestra de sopros


Numa parceria da Pastoral Universitária, do Curso de Teologia e do Distrito do Vale do Rio Gravataí (DIGRA) da Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB), será realizado o Concerto na Capela – Onde está o teu Irmão?, nesta quarta-feira, 01.10, às 20h, no campus Canoas. A atividade faz parte da programação do XIII Fórum de Teologia e VII Simpósio Internacional de Missão.
O concerto terá a participação de 240 coralistas da região, acompanhados de orquestra de sopros, percussão, órgão de tubos, banda contemporânea do Projeto Líder de Louvor e solistas convidados, como a soprano Suelen Scholl Matter, Jean Regina e Vinícius Silva, regidos pelo maestro Paulo Brum. No programa constam músicas do repertório tradicional e contemporâneo cristão, bem como músicas populares brasileiras alusivas à temática do fórum.


 Fonte:  ACS ULBRA