sexta-feira, setembro 27, 2013

Preserving

Danger of extinction. When we hear this, usually the images that come to mind are of animals. A turtle on a remote island, a mammal in Africa, a species of bird in the rain forest. Perhaps some types of plants, also.

But how often do we think of the extinction of attitudes?

Opening doors for others, waiting patiently in line at a retail store, tipping service staff, "thanking" others at retail/service stores...If we take a look around, some of the good attitudes of old, that used to be alive for centuries may be classified as endangered species. How often we see it? How often we do it? How frequent is our disposition to do good toward others? Even for strangers? Or do we contribute to endangering the good species of attitudes that once populated the earth?

We know that unfortunately some of these species are on the verge of extinctions

In some ways it is even more dangerous than the examples mentioned in the first paragraph. The deeds are the visible side of what is going on inside.  By the fruits one knows the tree and also, by the lack of them. The absence of fruitfulness worries those concerned about animals, plants, nature. Yet, they can be indifferent to the crown of all creation - the human being! At times we are less gentle to one another than we are with our planet.

That was not the case with Jesus. Although he also preserved God's creation his foremost concern was with the main creature. Mankind. He came to the world when we were on the path to our extinction. He brought us, by the gift of faith, to His inextinguishable love.  Our roots are set in Him for a life never to be extinguished.

Faith that takes visible shape in works of love. In attitudes toward people and nature, as well, - toward the home and especially its inhabitants.  If preserving endangered species is necessary, much more important is to preserve doing good to others, preventing good from being buried, extinguished, doomed. When we smile, when we help, when we are gentle, then we share love. We reflect the inextinguishable love of the Father, which does not desire anyone to be extinct but to come to repentance and faith.

Faith that, in love, pulls good attitudes away from the brink of extinction.


Rev. Lucas André Albrecht
Canoas ,RS, Brazil 

Text  edition:
Ms. Kim Starr
MA Practical Theology & Deaconess Certified

Wisconsin, US

quinta-feira, setembro 26, 2013



“É melhor confiar no Senhor do que depender dos seres humanos. È melhor confiar em Deus do que depender de pessoas importantes.”

(Salmo 118)

quarta-feira, setembro 25, 2013

C N

Carros inteligentes, que fazem tudo sozinhos. Pode haver quem duvide, mas a maioria de nós aceita que eles vão existir.
Energia elétrica domestica acessada sem fios. Dificilmente alguém de nós vai duvidar que possa acontecer.
Quando imaginamos viagens ao espaço como algo comum no cotidiano humano dentro de décadas, quem ousa não acreditar?
Quando vemos cabeça sendo congeladas, porque no futuro poderá haver corpos aos quais sejam conectadas e possam voltar a viver... já nem duvidamos que não possa ser possível.

Então, nossa vontade de crer fica curiosa: um Deus que não se vê; Jesus Cristo como Deus e homem, dando sua vida pelos pecados da humanidade.  A Bíblia como um livro perfeito e confiável. A natureza como Criação de suas mãos. Quando se fala que a fé nos conecta a Ele e que, vivendo em fé, temos a certeza da esperança da vida que não termina... Aí, de repente, crer parece maluquice, coisa de fanático, ou de alguém que precisa de algo em que se apegar para obter alguma muleta psicológica para conseguir sobreviver.

Estes somos nós. Já não duvidamos de mais nada do que uma criatura imperfeita, imoral, bélica, ciumenta, avarenta, brigona, destruidora, maldosa e voraz possa ser capaz de produzir. Enquanto ousamos duvidar da capacidade, criação, presença e providência do Criador.

Mas é assim mesmo. Pelas nossa próprias forças, não conseguimos enxergar muito além dos que óculos humanos podem providenciar.

A tecnologia mais avançada que possa existir daqui a 100 anos, da qual não ousamos duvidar, é ainda uma sombra do que Ele é capaz de fazer. Mas o Criador permanece sendo quem é, estando onde sempre esteve e fazendo o que sempre fez. E, mais do que isso, não se importou em se fazer simples, assumir a forma humana e oferecer o que o ser humano jamais poderia criar. A tecnologia pode nos trazer algo de bom, é verdade. Mas é destacando desta palavra o C e o N, que entramos na área que nos leva a compreender o que vida pode ter de melhor. E aí, o C e o N voltam a cena: isso acontece quando recebemos um Coração Novo. Com ele, conhecemos tudo o que realmente vale a pena crer.

Pois sabemos que as previsões tecnológicas, por melhores que sejam, sempre podem falhar. E frequentemente falham.

Já as provisões teológicas, extraídas de Sua Palavra, jamais as veremos errar.





Rev. Lucas André Albrecht

sábado, setembro 21, 2013

E, se deixarmos um pouco de lado o império dos sentidos com o qual especialmente romances, filmes e novelas insistem em querer o amor rotular, veremos que o cotidiano é que contem a essência do que é o verdadeiro amar.

quinta-feira, setembro 19, 2013

Precisamos lembrar de que as pessoas precisam menos de 'Eu te amo' e mais de atos de amor.


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quarta-feira, setembro 18, 2013

Atos de amor

Depois de algum tempo notando a atitude, Mauro não se conteve e perguntou ao amigo:
- Paulo, já faz tempo que você toda sexta leva flores para a sua esposa, não?
-Sim, alguns anos.
-Pois é; eu duvido que você faça isso com um sentimento de amor. Eu acho que isso já virou rotina.
-Bom, você não está de todo errado, Mauro. Já é uma certa rotina e eu não tenho um sentimento eufórico cada vez que faço isso.
-Pois é. Então, será que isso é amor mesmo?
-Bom aí você mudou a fala. Antes, mencionou “sentimento de amor”, como se amar sempre precisasse gerar alguma sensação corporal. Agora, se você está falando de amar de fato, eu te afirmo que sim, faço isso por amor. Pois eu acredito que amor se cultiva com amar –  verbo de ação constante e intencional.

Costumamos confundir amor com paixão, prazer, boa sensação, alegria e outros sentimentos que são momentâneos.

Só que para cultivar o amor não é preciso necessariamente “sentir”. Mas sempre é preciso amar.

Pense na mãe que atende o filho no meio da madrugada, no pai que diz não à criança que pede até chorando. O amigo que sai no meio da noite de chuva, a amiga que abre mão de algo que gosta para poder ajudar. Quem gasta tudo o que tem, quem perde tudo o que tinha, quem passa por provações ou por necessidade, apenas para poder amar. Que tipo de “sentimentos bons” estas atitudes provocam? Bem poucos.

Até quando olhamos para Jesus Cristo, veremos que o momento em que ele mais nos amou foi quando tinha a cabeça traspassada por espinhos e com pregos queimando suas mãos. “Sentimento bom” zero. Amor perfeito infinito.

O amor sempre se converte em ação. E, por isso, pode também ser rotina e repetição. Fazer sempre de novo aquilo que vê como necessário o coração. É superar o cansaço para fazer valer o que vale a pena, e enfrentar o medo e angustia por acreditar que vale a pena agir movido por fé e convicção. E é sentir-se amado por Quem nunca vai se cansar de comunicar seu amor ao nosso coração.

Pois precisamos lembrar de que as pessoas precisam menos de 'Eu te amo' e mais de atos de amor.


E, se deixarmos um pouco de lado o império dos sentidos com o qual especialmente romances, filmes e novelas insistem em querer o amor rotular, veremos que o cotidiano é que contem a essência do que é o verdadeiro amar. 

terça-feira, setembro 10, 2013

Os mais felizes

por Marcos Schmidt

Sou feliz? Se a resposta é "mais ou menos" ou simplesmente "não", onde está o problema? Falta de dinheiro, doença, dificuldades nas relações? No Relatório Mundial da Felicidade da ONU, o Brasil está em 24º lugar, enquanto países ricos liderados pela Dinamarca mantiveram-se os campeões, e países pobres da África permaneceram no final da lista. Mas, conforme o editor deste relatório, não é o dinheiro que traz felicidade. Interessante o que dizem nesta pesquisa, eles que são especialistas em economia, psicologia e estatísticas. As pessoas mais felizes: contam com uma rede social de amizade; praticam a generosidade em suas relações; se sentem livres para fazer escolhas na vida; vivem onde há menos corrupção nos negócios e nos governos; têm grande expectativa de anos de vida saudável; e têm boa renda econômica.

Na experiência de conselheiro, de fato, percebo que as pessoas de bem com a vida são aquelas que têm bastante amigos. E sem dúvida, são mais felizes os generosos, solidários, voluntários em auxiliar um colega, vizinho, parente, e até um desconhecido. Jesus disse nas Bem Aventuranças: "Felizes as pessoas que têm misericórdia dos outros, pois Deus terá misericórdia delas". Mas o item "liberdade" me chamou a atenção. Nesta semana apareceu no meu gabinete alguém que frequentava uma destas religiões que faz promessas de prosperidade, tudo na coação pelo medo. Sete demônios iriam segui-lo, caso abandonasse tal igreja. É um escândalo o que estes pregadores fazem, quando a Bíblia diz que Cristo nos libertou para que sejamos realmente livres (Gálatas 5.1) e que no amor não há medo (1 João 4.18). Na verdade, anunciam o modelo de felicidade que a propaganda impõe, que é preciso ter isto e ser aquilo para ser feliz,  um padrão que só colhe o contrário. Por isto alguém certa vez perguntou: "Vocês querem viver muito e ser felizes?" Ele mesmo respondeu:  "Então afastem-se do mal e façam o bem; procurem a paz e façam tudo para alcançá-la" (Salmo 34).


Pastor Luterano
Igreja Evangélica Luterana do Brasil
Comunidade São Paulo, Novo Hamburgo, RS