sábado, dezembro 29, 2012

quinta-feira, dezembro 27, 2012

Festa: Natal, Ano Novo


A cada ano, nesta época, temos renovados não só os votos de Feliz Natal, paz, amor e harmonia, etc.... O pacote sempre contém também os já tradicionais ataques à data. Desde ao “consumismo desenfreado, ‘busca frenética por presentes”, gastos e compras, expectativas, até às comidas tradicionais e ao convívio em família. A crítica está ficando séria, a ponto de alguns considerarem um Natal um período depressivo. Já o Ano Novo, este sim seria o momento da euforia.

Tudo bem, concordo que às vezes há um certo exagero no Natal. Mas por que a crítica não acontece contra o Ano Novo?

Ou na virada do ano também não há busca desenfreada por consumo, gastos, roupas, comidas, objetos? Pensando bem, por que é menos ‘consumista’, por que é mais digno, gastar dinheiro com fogos do que com presentes de Natal? Pode ser considerado mais aceitável correr para preparar a festa que, não raramente, se passa rodeado de estranhos do que o agito para celebrar uma ceia com as pessoas mais próximas? É menos consumismo pagar viagem, hotel, comida, bebida, roupas de determinada cor, oferendas... do que preparar uma celebração natalina de fé, família e amor?

Para mim, emergem algumas pistas para entender esta diferenciação.
Primeiro, o Natal é a celebração de que alguém fez algo por mim – Jesus. O Ano Novo, via de regra, sou eu fazendo o que quero a respeito do ano que vem. Qual delas o orgulho humano aceita melhor?
Outra, Natal é tempo de olhar para dentro, para trás, encontrar coisas boas e outras nem tanto, e quem sabe ter de enfrentá-las para superar. No Ano Novo, o barulho dos fogos e o gosto da champanhe são um convite à euforia da consciência e ao otimismo superficial, trazendo a ideia de que de primeiro de janeiro em diante tudo será diferente.
Quem sabe também pelo fato de que a fé do Natal é bem definida – Jesus Cristo. Já as crenças do ano novo são quase tão variadas quanto as pessoas que delas participam. Assim, parece mais atrativo uma festa onde eu defino o cardápio do que celebrar algo que já nos foi entregue assim, e que não muda – ainda que se renove a cada ano.

Cada um tem o direito de gostar da festa que mais lhe apraz, disto não há dúvida. O que também não pode deixar dúvida nenhuma é que o Natal, em seu sentido real, é festa que merece ser festejada. Abraçada, vivida, compartilhada, com o melhor que estiver ao nosso alcance, sem culpa. Gastamos dinheiro com tanta futilidade. Porque não investir em algo que realmente vale a pena?

Depressão, esta não-convidada, até pode aparecer no período natalino, sim; como também em qualquer dia do ano novo.

Fundamental é lembrar e crer que Jesus Cristo apareceu naquele primeiro Natal para nos dar a certeza diária: viver com Ele é sempre ter muito para festejar.





Rev. Lucas André Albrecht

sexta-feira, dezembro 21, 2012

Começo


E se o mundo tivesse mesmo um fim hoje?

Daria para pensar como teriamos deixado nossa situação familiar.  Busca pelo melhor ambiente ou aquele problema não resolvido, mágoa não tratada, alguma conquista adiada, alguma palavra que se deixou de dizer...

Também, como estaria o nosso corpo. Saúde bem cuidada ou descuido com comida, bebida, falta de sono, correria sem fim...

Pensar em como deixariamos nossos amigos. Sem uma ligação há seculos, sem um abraço há dias, sem um contato para dizer oi, algum ressentimento ou sensação de algo que deveria ter sido feito, e não foi.

O trabalho, a carreira. A decisão não tomada. Os projetos, os sonhos. O passo que não foi dado. A mudança nunca feita.

E também o coração, a vida de fé, a proximidade com Deus.

E se o mundo tivesse mesmo um fim hoje?

O apocalipse mais uma vez previsto, como era de se esperar, não aconteceu. Somente Deus sabe o dia e a hora. Mas o nosso mundo pode acabar a qualquer momento. Para muitos, inclusive, acabou hoje, basta olharmos o obituário. Trata-se do momento da morte, de encerrar a vida neste mundo.

Se estamos lendo este texto, é sinal que o nosso fim ainda não chegou. Por isso, permanecem vivas também nossas chances de recomeçar o que se perdeu. Refazer o que se quebrou. Retomar o que estava esquecido. Perdoar, compreender, fazer de novo.Tentar. Relacionar-se. Amar, viver, aprender.

Sempre podemos dirigir o olhar para o começo, para a manjedoura, para o menino que veio nos dar nova vida. Novo começo, pela fé. Um começo sem fim. Uma vez que o fim pode ser a qualquer momento, podemos fazer de hoje o dia de não deixar a vida simplesmente nos levar, mas vivermos a vida com fé em Jesus Cristo, sob a perspectiva de quem sabe que cada dia é um começo, um recomeço, uma oportunidade de viver.

E também dia de de manter tudo aquilo que não precisa de recomeço, ou seja, manter o que não se deve mudar e investir naquilo que está bem, para que permaneça firme, constante, cotidiano.

Até o fim.


Rev. Lucas André Albrecht






quinta-feira, dezembro 20, 2012

ULBRA comemora Natal com Culto


A ULBRA celebrou as festividades de fim de ano com um Culto na Capela Universitária, em Canoas, na tarde de 19.12. O capelão geral, reverendo Lucas Albrecht, o capelão da música, Paulo Brum e o capelão do campus Canoas, Gerhard Grasel, conduziram o devocional. “O Natal é a época em que lembramos que Jesus veio para tirar o peso do nosso coração e nos dar o conteúdo de que precisamos para a vida”, resumiu Lucas. Leia o texto completo.
Colaboradores do campus celebraram
o Natal na Capela Universitária.
(Foto: ACS ULBRA)

O diretor geral do campus Canoas, Erivaldo Diniz de Brito, também evocou o espírito natalino. “Natal é vida, renascimento e entrega. É isso que eu desejo a vocês e vossas famílias”, falou, dirigindo-se aos presentes. O vice-reitor da ULBRA, Valter Kuchenbecker, felicitou os colaboradores da ULBRA por mais uma passagem de ano. “Em nome da reitoria, gostaria de agradecer a vocês, colaboradores, que se esforçaram e se dedicaram à Universidade ao longo desse ano”. O culto ainda contou com a presença da representante da mantenedora Comunidade Evangélica Luterana São Paulo (CELSP), a tesoureira Djenane Albrecht.  A Orquestra de Câmara da ULBRA executou canções natalinas durante o evento.


Fonte: ACS ULBRA


com conteúdo


Qual destes você se considera capaz de carregar?
_um saco de farinha de 60 quilos;
_um saco de batatas do mesmo peso;
_um saco de lixo de 100 litros.

Não sei qual sua resposta, mas sei que não vou errar dizendo que você é capaz de levantar os três. E nâo apenas separadamente, mas até mesmo juntos, ao mesmo tempo.

Como?

Basta que eles estejam vazios.

Esta ilustração pode ser aplicada de diversas formas, mas eu penso em duas.
A primeira - determinados fardos que surgem em nossa estrada, grandes como sacos de batatas, parecem ser difíceis demais de serem carregados ou ao menos retirados para o lado. Isto acontece quando queremos lidar apenas com nossa propria capacidade, ao invés de lembrarmos que Deus pode esvaziá-los, diminuir seu peso, deixando-os menos ameaçadores e mais fáceis de carregar.

A outra - nos relembra a importância do conteúdo. Quanto mais vazios estivermos intelectual e espiritualmente, mais facilmente seremos carregados para qualquer lado até mesmo pela idéia mais fraca, sugestão mais simples ou mão errada mais frágil. Mas quando estamos preenchidos pelo que Deus oferece – conteúdo, substância, força -, não é qualquer um que vai nos levar embora. Na verdade, ninguém. Pois Deus é por nós. Vai ser dificil alguém ser contra.

Jesus Cristo veio ao nosso encontro para nos livrar do peso do pecado e, pela fé, nos preencher com seu amor que nos salva, sustenta e guia. Veio ser Deus conosco porque nada seria possível para o eu sozinho. É em sua obra que encontramos o alivio para o que nos sobrecarrega e o conteúdo certo para carregarmos com convicção.

Com este conteúdo, nossos braços sempre podem continuar a lutar, pois nosso coração, fortalecido, terá condições de dar sustentação.

Basta que ele não esteja vazio.





Rev. Lucas André Albrecht

quarta-feira, dezembro 19, 2012

ULBRA esclarece


ULBRA esclarece informação equivocada sobre a
suspensão de vestibular para quatro de seus cursos


A Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) vem esclarecer informação equivocada sobre a suspensão de vestibular para quatro de seus cursos do campus Canoas.

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES) divulgou, nesta data (19.12), medidas cautelares que incluem: - a suspensão de vestibular para o curso de Engenharia de Plásticos; -  e restrições na autonomia universitária em relação à Matemática (bacharelado), Física (Licenciatura) e Letras (Licenciatura).

A ULBRA esclarece que:

- a decisão da SERES se baseia em um dos indicadores que o MEC utiliza para avaliar os cursos superiores – CPC (Conceito Preliminar de Curso).

- o curso de Engenharia de Plásticos já está em processo de extinção desde 2010, portanto não está oferecendo vagas por meio de vestibular há dois anos. A nota insatisfatória, que motivou a medida, é referente ao ENADE e tem como contraponto o conceito 4, em agosto de 2012,  concedido pela Comissão de Avaliação do MEC, in loco, formada por professores especialistas na área.

- a medida cautelar suspende provisoriamente a autonomia nos cursos de Letras, Física e Matemática. Caso a ULBRA queira alterar o número de vagas na oferta destes cursos deverá solicitar autorização ao MEC.

- O vestibular para estes três cursos está autorizado.

- o curso de Matemática (bacharelado) está em extinção, por isso já não vem sendo ofertado nos últimos vestibulares.

- os alunos matriculados nos cursos citados, incluindo os que ingressarão em Física e Letras para 2013, não terão nenhum prejuízo com a medida cautelar.

- a Universidade oferece 130 cursos em todo o Rio Grande do Sul. Em 70% dos cursos avaliados pelo MEC, os conceitos obtidos foram 4 e 5 (Muito Bom e Ótimo) numa escala de 1 a 5.


Pastoral Visita> Cachoeira do Sul, RS

Finalizando as visitas de 2012, o projeto foi até Cachoeira do Sul, RS, unidade da ULBRA onde atua o capelão Rev. Jaques Schlosser.

Na verdade, unidades, no plural. O P. Jaques atua tanto na Universidade como na Escola ULBRA São Pedro. Dois locais diferentes, mas unidos pelo perfil de educação e confessionalidade da CELSP/ULBRA. São desenvolvidas atividades espirituais regulares da Capelania, bem como envolvimento junto às famílias, atendimentos pastorais, atividades de integração com todos os setores, tanto da escola como do campus.

Saiba mais sobre este trabalho e confira ainda depoimento do Presidente da Mantenedora, Adilson Ratund, sobre a importância da confessionalidade na CELSP/ULBRA.

video


O projeto “Pastoral Visita”, em sua segunda temporada no ano de 2012,  teve origem no objetivo de conhecer trabalhos pastorais da Grande Porto Alegre, mas já abrange também outras cidades e estados, aproveitando oportunidades de mútuo conhecimento e troca de experiências.



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ULBRA Goiás

terça-feira, dezembro 18, 2012

Celebração de Natal - ULBRA Canoas



CELEBRAÇÃO DE NATAL



Convidamos a todos os colaboradores da ULBRA Canoas para participarem da tradicional Celebração Natalina na Capela, nesta quarta-feira, 19,12, às 14h30. A mensagem será dirigida pelo capelão geral, reverendo Lucas André Albrecht. A música terá a condução da Orquestra de Câmara da ULBRA.

Um momento de música, alegria e celebração da essência do Natal: Jesus Cristo vem ao mundo para fazer parte de nossa vida; mas não apenas em parte.

Celebração de Natal
Quarta-feira, 19.12
14h30
Capela Universitária

Pastoral Visita> Gravataí, RS


Em novembro, a visita foi à Capelania em Gravataí, no encerramento das visitas da Reitoria às unidades por ocasião das celebrações os 40 anos da ULBRA.


O trabalho do capelão local, Rev, Rafael Nerbas, abrange desde as atividades espirituais regulares, como devocionais e estudos bíblicos, cultos e atendimentos pastorais, como também engajamento na promoção de atividades institucionais, numa interação constante com os diversos setores da unidade.

No vídeo, além de conhece e ouvir o pastor Rafael, também confere o depoimento do Reitor da ULBRA, Dr. Marcos Ziemer, sobre a importância da confessionalidade na instituição.


video

O projeto “Pastoral Visita”, em sua segunda temporada no ano de 2012,  teve origem no objetivo de conhecer trabalhos pastorais da Grande Porto Alegre, mas já abrange também outras cidades e estados, aproveitando oportunidades de mútuo conhecimento e troca de experiências.



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ULBRA Goiás


segunda-feira, dezembro 17, 2012

Pastoral Visita> Palmas, TO

Duas unidades diferentes, mas um único propósito: promover a confessionalidade em todos os processos da instituição. A missão da Pastoral da ULBRA é também o norte da pastoral em Palmas, TO, uma das mais jovens capitais da nação, e que desde seu inicio já conta com o trabalho da ULBRA

No campus, a condução das atividades acontece com o pastor Ari Schulz, que além da atuação confessional cristã também participa de diversos projetos de extensão. No colégio Ulbra Palmas, o Rev. Renato Hannisch coordena as aulas de Ensino Religioso, atuando também como professor e em proximidade com alunos e familiares.

No vídeo, além da fala dos capelães, você confere também depoimentos sobre a importância do Ensino Religioso nas Escolas da ULBRA:


video



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ULBRA Goiás




Pastoral Visita> Carazinho, RS

Atuando há 15 anos no norte do Estado, da ULBRA Carazinho tem seu trabalho em confessionalidade liderado pelo capelão local, Rev. Elton Fischer.


Além da dimensão espiritual, com cultos, devocionais, aulas e celebrações, a ação da Capelania tem também participação ativa em projetos de extensão, levando amor e solidariedade não apenas à cidade como também toda a região.


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Saiba mais no depoimento do Pastor Fischer: (3')


video



O projeto “Pastoral Visita”, em sua segunda temporada no ano de 2012,  teve origem no objetivo de conhecer trabalhos pastorais da Grande Porto Alegre, mas já abrange também outras cidades e estados, aproveitando oportunidades de mútuo conhecimento e troca de experiências.



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quarta-feira, dezembro 12, 2012

Inclusivo


Imagine uma Oktoberfest com uma celebração genérica de ‘cultura’, sem celebração da tradição germânica, para não ser exclusiva com as demais.

Imagine o desfile de Carnaval incluindo o rock, o clássico e o sertanejo para não ofender quem não gosta de samba.

Imagine, no dia da consciência negra, não podermos mencionar Zumbi dos Palmares ou Nelson Mandela, para não ser exclusivo com ícones de outras etnias.

Imagine na semana da saúde bucal falarmos apenas do corpo humano em geral, para não melindrar médicos de outras especialidades

Imagine a festa do Oscar mencionando e celebrando apenas arte, cultura e expressão, sem menção ao cinema, para ser genérico com as demais artes.

Imagine as matérias e propagandas da Copa do Mundo falarem apenas do Esporte em geral, para ser inclusivo com as demais modalidades. E a das Olimpíadas, celebrarem genericamente a arte, música e outros talentos, para não parecer que falar de esporte é discriminar outras manifestações humanas.

Imagine no Natal não falar de Jesus Cristo, mas apenas das festas, Papai Noel, luzes e paz.

Bom, esta último sabemos que não precisamos imaginar.

Em alguns contextos, aparentemente se torna até regra e norma. Nada de Jesus Cristo e cultura cristã no Natal, isto pode ser ofensivo e exclusivo. Assim caminha a ‘evolução’ em nosso ocidente cristão. Até onde ainda conseguir caminhar.

De qualquer forma, o Natal, enquanto for Natal, permanece a festa cristã celebração do nascimento de Cristo. Para todas as etnias e culturas. Em todos os jeitos e ritmos. Na direção de todos os corpos e almas humanas. O Natal é a festa inclusiva por excelência, pois se trata de Deus oferecendo a todos o seu amor, paz e toda e qualquer palavra que, nesta época, queira celebrar tudo o que há de bom.

Ao mesmo tempo, uma festa exclusiva – só Um é o motivo e o centro de tudo. Mostrando ao mundo de que luz, paz, festa, celebração, alegria, cultura, tudo isso tem nome, centro e sentido na manjedoura de Belém.



Rev. Lucas André Albrecht

terça-feira, dezembro 11, 2012

segunda-feira, dezembro 10, 2012

quanto tempo?


Fim de ano é a época dos famosos chavões: 'correria', pressa', 'falta de tempo'. A gente se queixa de que não consegue arrumar tempo pra tudo o que temos pela frente. Adoraríamos ter o poder de nos presentearmos com minutos ou horas a mais.

Então, faça de conta que agora você vai pedir e seu desejo será imediatamente atendido. Diga aí: de quanto tempo você precisa? Sério, calcule. Quantas horas, dias ou semanas a mais você quer para fazer tudo o que planeja, pensa ou imagina?

Certo. Agora, vou arriscar um palpite. Na verdade, você preencheria todo este tempo extra de novo com mais um monte de coisas e reclamaria da falta de tempo. Não ia adiantar, seria provavelmente só mais tempo de preocupação e ansiedade. E isso porque muitas dessas coisas que colocamos na frente dos olhos na verdade deveriam estar lá atrás. Ocupam tempo e não levam a nada. São as pedras pequenas ocupando o tempo, como diria S.Covey, roubando o espaço das 'pedras grandes', importantes, principais.

A maior delas, Deus. Tempo pra Ele sempre são minutos ou horas bem investidas. Ele é o dono do tempo, e dá diariamente exemplo de prioridade - o ser humano, o mais importante, em primeiro lugar. O Natal, que já está perto, ensina isso. Deus tirou tempo para estar perto da gente, quando nasce Jesus Cristo na manjedoura de Belém. E, a partir desta realidade de fé, dar a perspectiva correta sobre o tempo que, vivido com Ele, tem outro jeito de se contar.

Perto Dele o dia continua tendo 24 horas. Mas a vida passa a ter muito mais tempo de jogo
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Rev. Lucas André Albrecht

sábado, dezembro 08, 2012

Esclarecimento:

O que foi expressado por este pastor luterano citado na matéria do Portal Terra não tem qualquer relação com a doutrina confessional Cristã Luterana, e não encontra nela fundamento.

Para conhecer o que ensina a IECLB, à qual pertence o pastor, clique aqui.

Para conhecer o que ensinam os luteranos da IELB, clique aqui.




quarta-feira, dezembro 05, 2012

Fidelidade


Fidelidade


Ele acompanha sempre que pode, especialmente fins de semana. Quando frequenta, deixa sua contribuição, que não é pouca. Assiste também pela TV. Os discursos ouvidos às vezes são empolgados, até messiânicos. Às vezes falam coisas boas, às vezes o enganam. Falam em vitoria, mas tem muita derrota. Tem gente ganhando um monte de dinheiro sem o mesmo comprometimento, enquanto ele não ganha nada, só gasta.

Mal conhece os lideres, mas sempre acaba comprando seu discurso e seus produtos. Muitas vezes vai embora chateado ou vazio, mas sempre volta de novo.

Mas não importa o que digam, se está ou não sendo enganado, se não dá pra acreditar no que dizem, se por trás do que se vê rola muita coisa errada...o fato é que jamais vai desistir, vestirá aquela camiseta até morrer!

Não, não se trata de uma igreja. Estou falando de um time de futebol.


Pensando bem, de fato quem dá segurança, motivo e sentido para uma vida de fé incondicional?



Rev. Lucas André Albrecht

Falácias da Superinteressante


Já tinha assinatura, mas cancelei quando a Superinteressante fez parceria com Richard Dawkins para acabar com o cristianismo. 

A revista usa sutilmente sua influência do mesmo jeito que Rosemary fez no gabinete presidencial – tudo para tirar proveito de forma enganosa. Esta edição de dezembro é uma afronta não à fé cristã, mas àquilo que pretensamente se propõe a revista, o estudo científico. Bem sabem em sua esperteza que ao colocar na capa “Jesus, a verdade por trás do mito” vão conseguir meus 12 reais e de outros milhares numa tiragem extra e lucrativa. Quando citam entre tantas teorias tendenciosas que “Judas pode não ter sido um traidor”, dão créditos ao evangelho apócrifo (escrevem “Evangelho de Judas” com letra maiúscula) enquanto inescrupulosamente afirmam que “Mateus, Marcos, Lucas e João não são os autores dos evangelhos” (escrevem aqui “evangelho” com letra minúscula). 

As dez páginas propagandeadas na capa “para a verdadeira face de Cristo” são suposições de teólogos liberais e historiadores sensacionalistas, que sem qualquer comprovação científica, levam o leitor à mentira. Mencionam  até a canção “Jesus Cristo” de Roberto Carlos para fazer um gancho e afirmar que Cristo pregava um paraíso terreno. Dizem que a ideia de um reino dos céus no céu foi uma “reinterpretação” no Evangelho de João já que as profecias de Jesus de um reino político e terreno não se cumpriram, conforme promessas nos outros três Evangelhos. 

Que falácia absurda. Milhares de leitores estão recebendo um produto falsificado neste fim de ano. É fim do mundo mesmo. Estão desembrulhando um Jesus que “era só um entre vários profetas” no juízo desta “interessante” reportagem que se baseia em ideias do historiador brasileiro Chevitarese. Ele escreveu um livro onde diz que o cristianismo e a Bíblia vieram como empecilhos para o desenvolvimento da medicina, da ciência e da sociedade em geral. 

Que os editores desta revista tenham um feliz Natal. 


Rev. Marcos Schmidt
Novo Hamburgo, RS