quinta-feira, abril 16, 2015

RIQUEZA

675,000 dólares.

Que valor é este? Prêmio de Loteria? Venda de uma casa? Impostos pagos em um ano? Riqueza acumulada em uma vida de trabalho?

Nada disso. Trata-se de... troco.. Moedas que as pessoas deixam cair e não percebem, ou não param para ajuntar. E isto só nos aeroportos americanos no ano de 2014. A informação é da TSA, agência responsável pela segurança aérea naquele país. “Sempre tentamos reunir as pessoas com aquilo que elas perdem”, disse um funcionário. “Mae em alguns casos, como das moedas, isto se torna impossível”. Até porque ninguém volta para reclamar o que é seu’

Quem diria... Uma moedinha que se deixa cair aqui e ali soma, ao final do ano, uma quantia que poderia mudar uma vida.

Parece com os pequenos ‘trocos’ que esquecemos que deixamos cair em relacionamentos diários. Parece tão pouco dizer uma palavra errada aqui, uma ofensazinha leve ali, uma desconsideração mais adiante. Seguimos em frente gastando a paciência, a energia e o coração das pessoas e achamos que tudo está bem.

Ao final de um período, no entanto, frequentemente estes trocos voltam na forma de uma grande volume de mágoa, ressentimento. E muita dor. Acabamos mudando uma vida. Só que para pior.

A troca que Jesus Cristo fez no alto de uma cruz foi para trazer um cenário diferente. Toda a divida que tínhamos, foi paga para, pela fé, poder ser feita a troca feliz:  erro por perdão, tristeza por segurança, frieza por consideração. Podemos viver, pela fé, notando melhor as pequenas coisas, antes que fiquem grandes. Voltar para reclamar, quer dizer, para ouvir, para recuperar. E investir não trocados, mas esforço inteiro em cultivar relacionamentos, pessoas, vidas.

A matéria relata, ainda, que, desde o surgimento o Iphone, em 2007, a perda de pequenas moedas aumentou em cidades como, por exemplo, Nova York. Não parece ser mera coincidência com o que a tecnologia móvel pode fazer com muitos relacionamentos, trocados por vaidades e coisas efêmeras, gerando mais dor e decepção.

Deus nos convida a trocarmos a vida feita de pequenos trocos por um amar de forma integral.

E Ele sempré quer nos reunir com aquilo que perdermos. Porque é riqueza para levarmos pela a vida toda.


(P. Lucas André Albrecht)

sexta-feira, abril 10, 2015

Por que tanta bandidagem?

por Marcos Schmidt

As notícias da bandidagem tomam conta nos jornais e nas conversas. Roubos, assaltos, violência, assassinatos são rotina. O que está acontecendo? Será que os bandidos aprenderam com a roubalheira do Lava-Jato e com toda a corrupção no país? Ou é falta de punição, cadeia, castigo com mais rigor? É a ausência da polícia nas ruas? São as drogas que viram epidemia? São os desajustes e conflitos familiares? São os lares sem pai nem mãe, sem educação e estrutura? Ou a culpa é da internet, redes sociais, da influência negativa dos meios de comunicação? Ou é a própria ganância, cobiça, ambição? Quais os reais motivos para tanta delinquência, criminalidade, violência, roubos, assassinatos, desonestidade, desordem social?

Poderia simplesmente dizer que é a falta de Deus na vida desta gente má. E não estaria errado. Qualquer pesquisa pode confirmar que pessoas religiosas, via de regra, não se metem na criminalidade. Claro, têm os lobos disfarçados de ovelhas, os bandidos com a Bíblia na mão, os Judas que vendem Jesus. Mas são exceções e logo descobertos. Com respeito a fé cristã, a Bíblia lembra que “se não vier acompanhada de ações, é coisa morta” (Tiago 2.17).  No entanto, as virtudes morais não configuram monopólio cristão ou religioso. Ateus e pessoas sem igreja também carregam o princípio da segunda tábua dos dez mandamentos bíblicos, que é respeitar pai e mãe, não matar, não adulterar, não roubar, não difamar. A diferença é que a união com Cristo transforma para uma vida de boas obras (Efésios 2.9).

Agora, cristão ou não cristão, religioso ou ateu, todos temos uma natureza má, e precisamos da dureza da lei para sobreviver em sociedade. Se as regras civis são violadas, há bagunça, caos. E se não existe justa punição aos infratores, as leis perdem seu efeito. Há muitas razões para tanta bandidagem, mas a principal, de fato, é a impunidade. Isto cabe aos governos, aos políticos, à polícia. Enquanto isto, existe outro caminho, o Evangelho de Cristo que faz a cidade mais segura.


Rev. Marcos Schmidt
Novo Hamburgo, RS

sexta-feira, abril 03, 2015


quarta-feira, março 25, 2015

Amor que justifica

A conversa estava interessante.
- Veja bem, Marta. O principal é que a criança vai ter amor. Vai ser amada por uma família – comentava Pedro.
Marta retornou:
- Pedro, o argumento que mais vejo nesta discussão é o do amor. Mas não dá pra ser assim
- Como não? – espantou-se Pedro.  - Você não acha que uma criança precisa de amor?
- Claro que acho. Mas estamos falando de legislação. Leis precisam se ancorar em argumentos mais claros. Amor é subjetivo.
- Como assim?
- Dizer que “faço por amor”,ou “vou dar muito amor” pode justificar muita coisa, tanto boa como ruim,. “Amor’, neste contexto,. é subjetivo e não identificável demais para ser a principal sustentação uma lei, estatuto ou norma. Pode haver outros argumentos, não há dúvida. Mas este, não dá.

Marta estava certa. Em nome do amor se fazem coisas lindas, mas outras, nem tanto. Pois cada pessoa costuma ter seu conceito do que é amar ou dar amor a alguém outro.

Neste caso, o amor não justifica.

Em outro caso, sim. Existe um amor que justifica o ser humano. Perdoa, aproxima, acolhe. E o faz viver diferente. É o amor de Jesus Cristo que, de tão intenso, e louco até, esteve no alto de uma cruz, entregando-se para que cada ser humano, em qualquer condição, lugar ou situação pudesse ter a certeza de ser justificado – salvo, amado, conduzido.

Pela fé Nele, somos conduzidos ao Pai. Recebemos a adoção de filhos. Passamos a fazer parte da família da fé. E passamos a servir nosso semelhante em amor, lutando pelo que é correto, mas sem esquecer doses generosas de compreensão e cuidado. Pois cada pessoa que encontramos está lutando uma árdua batalha, precisando, muito de andar segura em uma certeza precisa.

Saber-se justificada pelo Amor.


(Pastor Lucas André Albrecht)

sexta-feira, março 20, 2015

Viagem de ida

  

Há dois, anos, escrevi uma mensagem a respeito do ousado projeto da entidade chamadaMars One: colonizar Marte. Foram abertas inscrições para voluntários e mais de 200 mil pessoas aderiram. Há alguns dias, uma noticia relatava que 100 pessoas já estavam pré-selecionadas, das quais 24 seriam escolhidas para dedicarem sua vida ao projeto – já que a passagem é só de ida.

Mas há noticia mais recente. E a principal delas é de que o projeto está levantando suspeitas de sua viabilidade. Cientistas do MIT apontam problemas de viabilidade da façanha. E até integrantes dos 100 pré-selecionados estão colocando em dúvida a austeridade do projeto. Por outro lado, porta-vozes da empresa continuam afirmando que ele é viável e que vai acontecer.

Ou seja, garantem que essa viagem só de ida não é enganação. É fato.

Isso me fez lembrar que outra promessa de uma viagem só de ida. Jesus Cristo prometeu que, por meio dele, não apenas 200 mil, mas todo e cada ser humano tem acesso a uma passagem só de ida para a eternidade. E, desde que ele partiu, prometendo vir buscar a tripulação em breve, há inúmeras tentativas de desqualificar Suas palavras. É inviável. É lenda. É ingenuidade. È só promessa.

Todas sem sucesso.

Porque a boa notícia permanece. A viagem de ida para a eternidade está garantida. Ela começa já aqui, quando recebida por meio da fé Nele. É nesta fé, mantida até o fim desta vida, que temos a certeza de que há um outro mundo possível. Não apenas possível, mas real e duradouro.A vida eterna.

Quando somos chamados para dentro desta promessa, ela também nos compromete. Não com Marte, mas com o ser humano, seja onde ele estiver. Especialmente, se estiver muito próximo, precisando de cuidado e atenção. Precisando de alguém que conheça mais do seu mundo e lhe alcance um pouco de compreensão. Compartilhe fé, amor e esperança para bilhões de pessoas que estão aqui, bem perto do chão.

Virão mais décadas e séculos. Virão mais tentativas de desconstrução. Mas todas vão falhar. Porque, neste caso, a promessa não vem de uma entidade privada, que tem processo de seleção questionado e que depende de doações para efetivá-la

Ela vem do The One. Aquele que doou a si próprio para que esta viagem fosse segura.

E que não quer deixar ninguém para trás..



(P. Lucas André Albrecht)

quarta-feira, março 11, 2015

Super

Em alguns momentos, desejamos ser super-homens, ou supermulheres.

Fazemos nossa agenda já sabendo tudo o que deve acontecer. Visualizamos nosso futuro com a convicção de quais passos serão dados e quais os resultados que deverão gerar. Analisamos o presente com a certeza de quem sabe ler plenamente a realidade. Olhamos para o passado achando que poderemos mudar algo pelo simplesmente determinar que assim deve ser.

Queremos ser super-homens. Quando, na verdade, somos super...humanos.

E, quando nos damos conta disso, nossas palavras não ficam longe do que diz a Bíblia “Escuta meu grito, ó Senhor! Ouve o meu pedido de socorro!”

E ele escuta. Tanto que Deus mesmo se tornou humano, de verdade. Ele sim, Jesus Cristo, foi super, isto é, acima. Acima da razão, da força e da vontade humana para fazer aquilo que não poderíamos e conquistar aquilo que jamais atingiríamos. Ele nos chama a desistirmos de querermos ser super e permanecermos conscientes de nossa humanidade. Para então, recebermos perdão, nova vida e podermos alçar voo, guiados pelo seu amor. Para colocarmos nossa esperança Nele, pois Seu amor é fiel.

Isto não quer dizer que vamos ser superiores a alguém, mas sim que podemos superar o que cada dia nos traz, com força, fé e coragem.

A coragem de sermos super-humanos, amados por um super Pai.


(P. Lucas André Albrecht)

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Hora

Uma hora criticamos o uso excessivo da internet. Na outra, estamos teclando vorazmente durante uma conversa presencial.
Uma hora denunciamos quem agride o meio ambiente. Na outra, escondemos nossas ações pouco ou quase nada sustentáveis.
Uma hora não entendemos como alguém pode maltratar um animalzinho indefeso. Na outra, digitamos palavras furiosas em comentários virtuais, maltratando corações e sentimentos.
Uma hora condenamos o caráter de tanta gente “do mal’. Na outra, não reconhecemos que, seguidamente, nossas ações ficam bem longe do que chamamos de ser “do bem”.

Alguns exemplos, de muitos outros, que comprovam nossa tendência: uma hora somos juízes; na outra, tentamos nos livrar da cadeira de réus.

Se formos mais sinceros, veremos que precisamos de uma hora para pensar. E reconhecer que, no fim das contas, não somos tão bons quanto pretendemos ser.

Jesus Cristo já sabia disso. Foi por isso que veio ao nosso encontro. Sabia que, se dependesse de nossa coerência, estaríamos sempre correndo atrás do vento, tentando enganar nossa sombra; deixando de olhar para nós mesmos. Ele passou muitas horas entre nós, e seis horas em uma cruz, para que tivéssemos a oportunidade de lançar sobre ele nossas incoerências diárias, fruto da falta de coerência maior com que todos nascemos. Nesta troca, saímos ganhando. E muito. Pois recebemos perdão, providência, perspectiva. À sombra de Sua Palavra que nos fortalece a fé, temos condições de ver a vida a partir de um outro lugar. Fé que ora a qualquer hora e que a qualquer momento pode ser chamada a agir,

Isto não fará ser indiferentes para com o erro, seja o do outro, seja o nosso. Mas não há dúvidas de vai nos tirar um muito de nossa amargura e arrogância, conduzindo o coração na direção de compreender, respeitar e amar.

Ou seja, mal conseguiremos esperar a hora de mais uma oportunidade para auxiliar.

(P. Lucas André )

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

( ) esistir



Estamos aqui, vivos, respirando. Existimos, portanto, inevitavelmente.

Uma vez que este existir é inevitável, também é lógico que existam opções de como conduzir esta existência. Como existir, como ‘levar a vida’? De que maneira enfrentar?

Trocando o ‘x’ por um ‘s’, é possível ilustrar duas maneiras básicas de ‘esistir’

Uma começa com D.  (d)esistir.
É quando preferimos observar a vida, e não vivê-la. Quando preferimos ser a vítima e não a voz. Escolhemos sentar na plateia, abandonando o papel principal em cima do palco..

A outra, com R.  (r)esistir.
Enfrentar. Não aceitar a única resposta de que o problema não tem solução, mas tentar uma segunda opinião. Ou terceira terceira..Resistir não apenas no sentido de ‘aguentar’, mas também de almejar, lutar. Sonhar.

Nos dois casos, mesmo que muitas coisas estejam fora de nosso alcance, e mesmo que muitas delas não possam ser mudadas, ainda assim está reservado ao nosso domínio um tanto de escolha.

Para isso, as duas letras fundamentais de nossa vida, FÉ, são o canal que nos ligam Àquele que, além nos dar o existir, nos leva a Viver. Aprender. Lutar. Deus nos chama a resistir, seja quando isso representa lutar com todas as forças, seja quando significa parar para recobrá-las. Quando significa ter a atitude de mudar ou quando é preciso mudar a atitude. Mas desde que foi uma escolha Dele nos trazer à fé em Jesus, continua sendo um presente Seu também a chance de podermos escolher. (d)esitir ou (r)esistir.

Resposta que, de um jeito ou de outro, sempre acaba sendo definida. Pois seja ‘d’ ou seja ‘r’, nosso ‘esistir’ não aceita parênteses. 




(P. Lucas André Albrecht)

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

Rugas do sorriso

por Marcos Schmidt


Para não envelhecer, uma britânica de 50 anos não sorri há 40 anos. Ela educou os músculos a fim de conter as expressões faciais e evitar as marcas do tempo: "Todo mundo pergunta se tenho botox, mas eu não tenho, graças ao fato de não sorrir desde minha adolescência". Mas, essa vaidade provoca efeitos contrários. É que os músculos em movimento aumentam a quantidade de sangue onde atuam e ajudam a calcificar os ossos. Através do sorriso, pele, músculos e ossos ficam saudáveis e mantem a aparência mais jovem.  O sorriso também ativa a produção da serotonina e das endorfinas, substâncias que estimulam a sensação de bem-estar, melhoram o humor e previnem contra a depressão. Pobre dessa britânica, busca a juventude mas colhe a velhice precoce.

Engraçado, mas nosso jeito de vida é bem isto. Lutamos pela felicidade, mas estamos sempre infelizes. Inventamos máquinas para ter mais tempo, mas sempre correndo contra o relógio. Aprimoramos a tecnologia para uma vida melhor, mas sempre estressados. Trabalhamos que nem loucos para ter mais dinheiro, mas cada vez mais endividados. Construímos casas sofisticadas, mas sem tempo para morar nelas. Descobrimos tratamentos de cura, mas outras doenças aparecem. Aperfeiçoamos os meios de comunicação, mas nossos relacionamentos se complicam sem parar. Diminuímos distâncias com veículos modernos, mas nos distanciamos uns dos outros por ódios e ressentimentos. Grande ironia, tudo o que fazemos produz efeito contrário do que pretendemos.

Salomão descobriu que "quanto mais sábia é uma pessoa, mais aborrecimentos ela tem" (Eclesiastes 1.18). Então aconselha: "Seja feliz enquanto é moço" (11.9). Querer lutar contra as rugas da alegria num mundo onde sempre vamos sofrer é "correr atrás do vento" (2.11). Ao falar das contrariedades na vida cristã, o apóstolo confessou: "Nos alegramos nos sofrimentos, pois sabemos que os sofrimentos produzem a paciência, a paciência traz a aprovação de Deus, e essa aprovação cria a esperança" (Romanos 5.3,4). Sem rugas, a vida perde a graça.


Rev. Marcos Schmidt
Novo Hamburgo, RS

sexta-feira, dezembro 26, 2014

Mix FM Poa está entre as dez rádios mais ouvidas da região

Mix FM está entre as 10 rádios mais ouvidas da Grande Porto Alegre.
Para o Minuto Toque de Vida, é uma grande alegria fazer parte deste trabalho!



Mix FM Poa está entre as dez rádios mais ouvidas da região
publicado em 23/12/2014 16h15
Índice de audiência chegou a 4,73 em novembro

A Rádio Mix FM Poa conquista a cada dia novos ouvintes e está se firmando entre as rádios preferidas do público jovem de Porto Alegre e Região Metropolitana. Em um ano e três meses de existência, a Mix já alcança 4,73 pontos de audiência, de acordo com a última pesquisa do Ibope. Com este índice a Mix alcança o 7º lugar no ranking das rádios da grande Porto Alegre. O crescimento da audiência tem sido constante. Em agosto o índice era de 3,86, passando para 3,99 em setembro, 4,16 em outubro, chegando aos 4,73 em novembro.
Para o diretor da Rádio Mix FM Poa e da ULBRA TV, Mauro Borba, este é o reconhecimento do trabalho e da dedicação dos locutores e de toda equipe da Rádio, que entenderam bem a proposta, aceitaram o desafio e que estão engajados neste novo trabalho. “Atingir este índice é surpreendente. O mérito é da Rádio Mix que tem uma programação ajustada com o seu público e dos trabalhadores locais, locutores e equipes, que estão empenhados neste projeto.”
Borba lembra que há pouco mais de um ano, quando aconteceu a mudança das rádios, mudou-se não só o nome da emissora, mas também a programação, a história, conceito e o público. Essas alterações causaram uma estranheza inicial aos ouvintes, o que tornou ainda maior o desafio para quem faz a rádio diariamente. “Mas a partir do sexto mês a aceitação da Mix FM já começou a subir. O crescimento que atingimos é expressivo, principalmente pela rapidez que está acontecendo”, enfatiza Borba.  Segundo o diretor, não se esperava que o crescimento fosse tão rápido e nem que se alcançaria este índice em pouco mais de um ano. Lembra que a antiga rádio Pop Rock, em seu pico máximo de audiência, atingiu o índice de 5,75.
A programação local da rádio acontece diariamente das 7h às 19h e é voltada para o público jovem. Entre os programas está o Cafezinho, um dos mais populares do Estado, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, ao meio dia, no dial 107.1 FM.

ACS ULBRA
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Fim de ano - Continue Andando

O texto "Continue Andando", do Toque de Vida, foi utilizado como mensagem de fim de ano do MBM Escritório de ideias, de Piracicaba, SP.
Ficou muito legal, confira!




Link para o texto:

http://toquedevida.blogspot.com.br/.../continue-andando.html

quarta-feira, dezembro 24, 2014

terça-feira, dezembro 23, 2014

Inclusivo

Imagine a festa do Oscar mencionando e celebrando apenas arte, cultura e expressão, sem menção ao cinema, para ser genérico com as demais artes.
Imagine o desfile de Carnaval incluindo o rock, o clássico e o sertanejo para não ofender quem não gosta de samba.
Imagine uma Oktoberfest com uma celebração genérica de ‘cultura’, sem celebração da tradição germânica, para não ser exclusiva com as demais.
Imagine, no dia da consciência negra, não podermos mencionar Zumbi dos Palmares ou Nelson Mandela, para não ser exclusivo com ícones de outras etnias.
Imagine na semana da saúde bucal falarmos apenas do corpo humano em geral, para não melindrar médicos de outras especialidades
Imagine as matérias e propagandas da Copa do Mundo falarem apenas do Esporte em geral, para ser inclusivo com as demais modalidades. E a das Olimpíadas, celebrarem genericamente a arte, música e outros talentos, para não parecer que falar de esporte é discriminar outras manifestações humanas.

Imagine no Natal não falar de Jesus Cristo, mas apenas das festas, papai Noel, luzes e paz.

Bom, esta último sabemos que não precisamos imaginar.

Em alguns contextos, aparentemente se torna até regra e norma. Nada de Jesus Cristo e cultura cristã no Natal, isto pode ser ofensivo e exclusivo. Assim caminha a ‘evolução’ em nosso ocidente cristão. Até onde ainda conseguir caminhar.

De qualquer forma, o Natal, enquanto for Natal, permanece a festa cristã celebração do nascimento de Cristo. Para todas as etnias e culturas. Em todos os jeitos e ritmos. Na direção de todos os corpos e almas humanas. O Natal é a festa inclusiva por excelência, pois se trata de Deus oferecendo a todos o seu amor, paz e toda e qualquer palavra que, nesta época, queira celebrar tudo o que há de bom. Ao mesmo tempo, uma festa exclusiva – só Um é o motivo e o centro de tudo.

Mostrando ao mundo de que luz, paz, festa, celebração, alegria, cultura, tudo isso tem nome, centro e sentido na manjedoura de Belém.


(P. Lucas André)

segunda-feira, dezembro 15, 2014

O sucesso do Natal

por Marcos Schmidt

O personagem pré-natalino João Batista está longe de ser um homem bem sucedido. Usava roupas de pelos de camelo, comia gafanhotos e montou o seu negócio longe do público, no deserto. A propaganda? Sem a atração dos milagres, solução dos problemas, prosperidade: "Arrependam-se dos seus pecados”. O final da história desse cara esquisito e destinado ao fracasso está num vídeo terrorista: a cabeça cortada e exibida numa tigela. Coitado! Vida curta, infeliz, desastrosa.

João Batista nunca deveria ser alguém para preparar o Natal. Natal é festa, alegria, comida, presentes, ruas enfeitadas, magia. João Batista é um estraga prazeres, se mete onde não é chamado,  manda as pessoas mudarem de vida. Quem é ele para dizer que isto ou aquilo é pecado? Quem ele pensa que é? É um estraga prazeres. Teve um fim bem merecido. Se tivesse ficado quieto tudo seria diferente.

Mas o anfitrião do Natal pensa diferente: “Eu afirmo que vocês viram muito mais que um profeta. João Batista é o maior de todos os homens do passado” (Mateus 11). Jesus não só devolve a cabeça de João, mas todo o corpo dele, os pés, a boca, as cordas vocais, o cérebro, a mensagem, a missão. E coloca um tapete vermelho lhe conferindo o sucesso num reino que está próximo das pessoas e ao mesmo tempo longe delas. Uma voz que continua gritando no deserto: Vocês aí nesse mundo dos negócios, metas, conquistas, vaidades,  preparem-se, porque o reino de Deus está chegando.


Nessa hora é a minha cabeça que rola - da arrogância, auto suficiência, domínio. Para que Cristo tenha o comando e traga a vida. Por isto o testemunho de outro João: "Houve um homem chamado João, que foi enviado por Deus para falar a respeito da luz. Ele veio para que por meio dele todos pudessem ouvir a mensagem e crer nela. João não era a luz, mas veio para falar a respeito da luz, a luz verdadeira que veio ao mundo e ilumina todas as pessoas" (João 1.6-8). Quem disse que este cara não foi um homem de sucesso?


P. Marcos Schmidt
Novo Hamburgo, RS

quinta-feira, dezembro 11, 2014

Novamente


É novamente o tempo da história ser contada
Que, mesmo repetida, consegue renovação.
Gerando as respostas mais variadas
Novidade ou antiguidade para o coração.

A história do menino que responde
ao principal anseio da humanidade
que, em grande parte, meio que não ouve
a resposta do que pergunta com ansiedade.

A história da manjedoura em que repousa
A esperança de justiça que leva à paz
mas que em parte é esquecida, em parte ignorada
por quem pensa que é de outro jeito que se faz.

A história da família confiante
que acredita no que vai acontecer
Diferente de muitas vidas que, hoje em dia,
acreditam poder controlar o que vai ser.

A história que responde, mas nem todos perguntam
A história que acalma, quando muitos querem correr.
A verdade que liberta quando muitos se prendem
ao que a história sempre trata de evanescer.

Mas ainda é tempo, é hora, é dia.
É a sinfonia que reúne amor e paz
que conserta o coração em harmonia
E que oferece novamente ao mundo mais.


(P.Lucas André)


Imagem: P Paulo da Rosa, ULBRA Ji-Paraná, RO. 
Presépio de garrafas PET.


sábado, dezembro 06, 2014

Anjos Santos a Cantar

Temos todos os motivos do mundo para celebrar o Natal. Jesus nasceu! Os anjos cantam! Vai entrando no clima do Natal com o novo clip do Projeto Líder de Louvor - Anjos santos a cantar!

Clique e assista!


sexta-feira, dezembro 05, 2014

Reter o perdão?

Mas...é possível reter o perdão?

De fato, há situações onde, infelizmente, isto pode acontecer.

O outro vai ter que reter o perdão, primeiramente, se você é alguém não se arrepende. Porque neste caso, em vez de bem, o outro faria mal a você, levando-o a crer que é possível agradar a Deus fora de arrependimento e fé.  

O perdão poderá acabar tendo que ser retido quando o seu arrependimento apresenta evidências de não ser sincero. Atitudes incongruentes com o pedido de perdão. Isto ajudaria na sua dissimulação, fortalecendo o sentido de que basta aparentar que já é possível enganar a todos. E, no entanto, você vai enganar o seu próprio coração.

É possível que ele acabe tendo que ser retido se for percebido que você tenta pedi-lo apenas para se beneficiar externamente do perdão obtido, enquanto dezenas de outros podem sofrer as consequências desta encenação.

Talvez o perdão acabe sendo retido quando se nota que a necessidade do perdão ainda não aconteceu. Antes do anúncio da cura, o Evangelho, é preciso a Lei para o reconhecimento da doença. Se não, fica afastada a medicação.

No fim, todas as situações se reportam à primeira. E reter o perdão é pressuposto bíblico, da boca do próprio Jesus. O perdão é precedido de arrependimento que acaba, de uma ou de outra forma, se manifestando de forma clara.

Mas não com uma intenção de punição sádica, um jogo de egos ou uma tentativa de manipulação. Única e exclusivamente como um levar à reflexão profunda, a um reconhecimento sincero. Um abrir caminho com a Lei Divina procurando tocar o coração, para que ele seja conduzido ao sincero arrependimento – que se apresenta, inclusive, com atitudes que confirmam essa sinceridade -  e então, não tenha retido o pedido de perdão. Ao contrário, o receba abundantemente, sendo lavado completamente por Cristo, que obteve esta remissão.

A partir daí, podemos manter uma certeza constante. Não vamos querer nos afastar nunca desta fonte de amor.

E sermos perdoados sem retenção. 


(P. Lucas André Albrecht)

quinta-feira, dezembro 04, 2014

Sentir paz

A professora deu uma tarefa a seus alunos no dia da não violência: escrever que tipo de coisa os fazia sentir paz.

Jeanine, uma menina de 8 anos, relatou: “Eu sinto muita paz quando vejo meu pai saindo pro trabalho. O trabalho dele faz com que me sinta assim.”
A professora, então, perguntou qual a profissão dele. “Um ministro religioso? Um professor? Um enfermeiro?”

- Não professora”, foi a resposta. Ele é tenente do exército..

Não costumamos vincular as duas coisas não?  Exército lembra guerra. Outras profissões, como professor, pastor ou enfermeiro é que são mais facilmente conectar-se com paz. Mas a verdade é que, para pensarmos em não violência de forma completa, precisamos lembrar de todas as profissões de nossa sociedade que contribuem para que tenhamos um pouco mais de paz. Até mesmo as que combatem a violência de forma mais rígida.

Jesus Cristo elogiou os que trabalham pela paz*. Isso inclui todos aqueles que trabalham em uma profissão digna de maneira honesta. Mas ele estava falando também de algo além - a paz que termina com a insegurança do coração. E aí, somente uma profissão chega lá: Salvador. Para ela, somente uma pessoa preencheu os requisitos: Ele mesmo, Jesus. Ele deu conta de tudo, até o fim. E quando terminou seu trabalho, havia conquistado a possibilidade de uma vida em paz para cada cidadão do planeta.

Assim, quando falamos em não violência, temos a oportunidade para lembrar que, em paz com Deus por causa deste trabalho de Jesus, não precisamos levar a vida na base do “bateu, levou”. Porque viver com Ele é nos sentirmos em paz.

Mais que isso: é termos e vivermos a paz  de Deus - que ultrapassa nosso entendimento, mas chega em nosso coração.


(P. Lucas André Albrecht)

quarta-feira, novembro 26, 2014

10 anos no ar!

Neste dia 26.11, o Toque de Vida completa 10 anos. Desde o primeiro dia em que a ULBRA TV foi ao ar, em 26.11, 2004, são mais de 2500 programas diferentes, levando música e mensagem, todos os dias, para milhares de telespectadores.

Motivo de gratidão a Deus. E motivo para continuar a fazer cada vez mais e melhor!









sexta-feira, novembro 14, 2014

DVD ao Vivo



Projeto Líder de Louvor lança DVD ao vivo no Cristo Redentor

A Banda do Projeto Líder de Louvor lança seu primeiro DVD, gravado ao Vivo em Sumaré (SP), neste sábado e domingo, dias 15 e 16.11, às 19h30, no Colégio ULBRA Cristo Redentor, em Canoas, RS. São composições inéditas, como O amor de Deus faz e músicas do repertório cristão, como Grande é o Senhor, Luz em meu viver e Me refez.
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 Segundo Paulo Brum, maestro e cantor, o repertório de músicas cristãs contemporâneas, em sua sequência, enfatiza a importância de uma vida constante junto a Deus. Brum ainda destaca: “São arranjos que investem tanto no projeto mais simples de banda (teclado, cordas e bateria), como canções que agregam metais e Coro Gospel”. O objetivo, segundo o músico, além de proporcionar musica de qualidade para ser ouvida no dia a dia, é trazer uma mensagem positiva. “O mundo anda cheio de intolerância, desrespeito, julgamentos precipitados, raiva... as canções trazem uma mensagem que apontam para um Deus que se faz presente na vida humana como fé, amor e paz”, comenta.
 O lançamento acontece no anfiteatro do Colégio ULBRA Cristo Redentor e a entrada é franca. O local possui estacionamento. Os participantes podem acessar o espaço pela Av. Inconfidência, número 1.231 e pela rua lateral São Pedro.

SERVIÇO
Lançamento DVD, Banda do Projeto Líder de Louvor  
Dias: 15 e 16.11.2014
Horário: 19h30  
Local: Colégio ULBRA Cristo Redentor, Canoas, RS    
Endereço: Av. Inconfidência, 1.231, bairro Marechal Rondon
Entrada Franca


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O PROJETO

Líder de Louvor surgiu em 2006 com o objetivo de levar música cristã de qualidade aos mais diversos lugares. Em 2012, percebendo as necessidades da igreja e das pessoas, ampliou seus horizontes e estrutura, formatando um processo de música e educação continuadas.
         Em sua essência, o Projeto, que conta com o apoio da Pastoral da ULBRA, tem como missão promover um modo contemporâneo de conduzir a música cristã, focado no ensino, testemunho e louvor.
            Para o grupo, é fundamental compartilhar o conhecimento adquirido com outras pessoas que se identificam com este mesmo objetivo. Por isso, possui uma equipe para o ensino, multiplicando conhecimento, vivencia e vida cristã. São workshops com oficinas que incluem instrumental, postura de palco, coro gospel e composição, ministrados em diversas cidades e regiões do pais.     
            Acreditando que o louvor é um momento com Deus, muito além da música, o Projeto Líder de Louvor conta, além de músicos experientes, com equipes de áudio, vídeo, cenário, figurino e comunicação que, integradas, trabalham para que a experiência da adoração seja o mais completa possível, fazendo com que não se limite a um momento apenas, mas que tenha real impacto na vida diária.


Fonte: ACS ULBRA