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Mostrando postagens de Maio, 2014

Desculpa....mesmo?

Pense quando foi a última vez em que você viu alguém que admitiu um erro e pediu desculpas, ou perdão. Pense na última vez em que você fez isso. Mas não pense em: “Me desculpe, mas...” Nem em: “Posso ter errado, só que...” Nem ainda: “Eu errei porque...” ou “Errei mesmo, e daí?” Muito menos: “Tá bem, então, se você quer que eu admita/assuma, eu assumo, pronto. Errei. Desculpa. Tá bom assim?” Somente: Errei. Desculpe. Ponto. São só duas palavras. Mas duas das mais difíceis de serem pronunciadas, escritas, textadas, postadas sem complemento. Quem sabe até pensadas. Tudo porque faz parte de nossa imperfeição acreditar que reconhecer erros é sinal de fraqueza. Pedir desculpas é para os fracos. Admitir um erro é ficar em desvantagem na selvagem luta por espaço, promoção, atenção, dinheiro, poder, influência.... Talvez, ainda, porque admitir um erro nos faz crer que o outro pode pensar: “se ele errou aqui, em que mais já errou ou vai errar?” E nossa honra, carreira ou reputação podem estar em …

Liberdade

Escravidão, sem dúvida, é uma pratica abjeta,que deveria ser varrida do vocabulário de qualquer sociedade. Infelizmente, não é só antigamente que ela acontecia, mas ainda hoje em dia é possível ver, se não a escravidão escancarada, ao menos trabalhos análogos à escravidão. Em alguns casos, travestidos até mesmo de planos oficiais. E existe uma outra escravidão, um tipo de prisão, que é muito presente ainda na vida, talvez de todos nós,. É aquela onde estamos numa prisão de porta aberta. Isso mesmo. Quando nos deixamos dominar por vícios, defeitos, quando não lutamos contra o que é errado e simplesmente nos acomodamos à situação, indo com a corrente, provavelmente estamos presos SEM CORRENTES àquilo que nos escraviza. Por isso, sempre é importante lembrar o valor da liberdade. Quando construímos a vida com fé em Jesus Cristo, e com princípios, fugimos das correntes que nos prendem ao que não presta e solidificamos a liberdade que temos para viver. E mais: esta liberdade vai acabar nos…

Faithful Instructions

by Evandro Kopper

There was a man who got lost in the desert. After wandering around for a long, long time his throat became very dry, about that time he saw a little shack in the distance. He made his way  to the shack and found a water pump with a small jug of water and a note.

The note read: "pour all the water into the top of the pump to prime it, if you do this you will get all the water you need".            
Now the man had a choice to make, if he trusted the note and poured the water in and it worked he would have all the water he needed. If it didn’t work he would still be thirsty and he might die. Or he could choose to drink the water in the jug and get immediate satisfaction, but it might not be enough and he still might die. After thinking about it the man decided to risk it.
He poured the entire jug into the pump and began to work the handle, at first nothing happened and he got a little scared but he kept going and water started coming out. So much water came out h…

Tentação

O nome Manfred Von Richthofen talvez não nos lembre muita coisa, mas seu apelido é conhecido: o Barão Vermelho. Era a cor do Fokker com o qual voava e derrubava aviões, mais do que qualquer outro, na Primeira Guerra Mundial - até onde se sabe, pelo menos 80.
No dia 21 de Abril de 1918, o Barão Vermelho começou a perseguir um avião Canadense que tentava escapar. Na perseguição, acabou entrando atrás das linhas inimigas, mergulhando a uma altitude muito baixa. Não percebeu também outro avião canadense que vinha por trás, auxiliando o amigo. Não se sabe se foi um tiro vindo da terra ou do avião perseguidor que, naquele dia, derrubou o Barão. O que sabemos é que ele acabou morto por cometer o erro de ir longe demais, por tempo temais e baixo demais dentro do território inimigo
Pode não seria diário, mas é frequente. Em muitos momentos, somos barões vermelhos, voando atrás de tentações por muito tempo, muito longe e muito baixo, adentrando a linha inimiga. Esquecemos que não somos invencívei…

Mães modelo?

por Herivelton Regiani

"A minha alma anuncia a grandeza do Senhor. O meu espírito está alegre por causa de Deus, o meu Salvador. Pois ele lembrou de mim, sua humilde serva! De agora em diante todos vão me chamar de mulher abençoada, porque o Deus Poderoso fez grandes coisas por mim. O seu nome é santo, e ele mostra a sua bondade a todos os que o temem em todas as gerações." (Trecho do Cântico de Maria, no Evangelho de Lucas)

Dia das Mães é tempo de homenagens, mas também é oportunidade de reflexão sobre o ideal de mãe que cultivamos e as dificuldades que as mães enfrentam para atingi-lo.

No texto acima, vemos que foi na humildade de Maria que Deus mostrou o seu poder. Ele a escolheu para a missão mais especial entre todas as mães, sabendo das dificuldades que enfrentaria e das suas limitações. Assim também, escolhe e acolhe a cada mãe de hoje.
Nem toda mãe é como a modelo dos comerciais de TV. Há mães que lutam muito para conseguir equilibrar as conquistas de trabalho com o zelo…

Basicamente bons?

”As pessoas são basicamente boas. Dê a elas uma chance de fazer algo bom e elas farão.”
Não é uma linha de pensamento tão incomum. Ao contrário, bastante disseminada, até. No entanto, existem várias formas de mostrar que isto não confere com a realidade.
Uma delas foi uma pesquisa da Clemson University, que colocou tartarugas de plástico na beira de estrada, como se estivessem tentando atravessar a rua, para ver se alguém iria para ajudar. As pessoas não só não pararam, como vários carros passaram pelo acostamento por cima de várias delas.
Outra: pessoas que vão de porta em porta, ou na rua, pedindo ajuda para uma parte que morreu ou uma tia que está mal. Ali adiante, são flagradas como impostoras, apenas atrás do dinheiro.
Estes dois casos são ainda mais curiosos pois, as pessoas saíram da linha para fazer algo ruim, quando poderiam não ter feito nada, só ficar na delas,
Só que falar dos outros é fácil. Difícil é olhar para dentro. Pois eu posso não passar por cima de tartarugas de plásti…

Down the road

by Kim Starr

Yesterday, as I was driving down the road, I noticed the one of the dashboard lights lit up. Ahyes, it was reminding me that I had less than 35 miles (yep! I've got a great 10 yr old Chevy Cav that has always given great gas mileage.) before running out of gasoline. And so, I began the deliberate hunt for a gas station.
Why deliberate? Well, for the last few days as I have passed them the prices jumped up $.10/gal, then $.18/gal, then $.40/gal. UGH! Really. Well, of course, this is all about Russia and its invasion of Crimea and now eastern Ukraine. It wasn't as though I didn't expect I'd run low on gas. No, instead, I thought to continue down the road meant a lower price.
Yet, that red light quietly told me, "no, you can't wait much longer." And so, I decided I'd get gas at $3.97/gal. Yikes! But, I chose to buy only two gallons. I could buy time...down the road.
Then today, four days after that, you guessed it...the red light quietly lit up.…