terça-feira, setembro 25, 2012




Mais difícil do que pensar criticamente é reconhecer que o outro também pode ser crítico no seu pensar.

segunda-feira, setembro 24, 2012

Pensamento crítico


Já sabemos que uma das grandes metas de humanidade nas últimas décadas é desenvolver o ‘pensamento crítico”. Levar as pessoas a terem a capacidade de raciocinar, pensar, dialogar e avaliar criticamente a sociedade em que estão inseridas.

Mas, a que mesmo se refere a capacidade de ter “pensamento critico”? Quais são as regras ou categorias para o pensamento de alguém ser considerado assim? A referência seria: ao que a maioria costuma aderir?

Este tema leva também a uma preocupação. Apesar de a ‘visão critica do mundo’ - referindo-se a um pensamento independente e uma forma consciente de pensar -, ser estimulada, nem sempre ela é tão autônoma e plural como se pode pensar. Às vezes quem não pensa criticamente como os que defendem o pensamento crítico pensam, podem ser considerados não tão críticos como os demais críticos.

Por exemplo:  E se você achar que o aquecimento global não é tudo o que dizem, e que o problema é diferente do que muitos descrevem? Ou se não concordar que ‘verdades não existem’, mas que sim, existe certo e errado, verdadeiro e falso? Que existem não apenas versões de um fato, mas fatos em si? Se declararmos que determinadas ações visando serem socialmente afirmativas na verdade alimentam a desigualdade? E se resolvêssemos dizer que apesar de respeitar a diversidade sexual, não somos obrigados a aceitar e concordar com tudo o que é divulgado, da pornografia às opções de prática sexual?

E se afirmássemos que é possível ter uma fé cristã fervorosa mesmo mergulhados no império da ciência?

Isto significa necessariamente ser alienado, atrasado ou pior? Volta a pergunta: o que define quem está pensando de forma criticamente correta?...

Ter senso crítico e procurar não se contentar com o superficial é desejável. Mas não é necessário ceder à critica autorizada já determinada, ou ser sufocado pelo viés de pensamento cuja ideologia já determinou a direção.

E, ainda, é importante termos clareza de que, apesar de muitos não concordarem, e até mesmo rirem disso, ter fé é também ter pensamento crítico. Pois ninguém faz critica melhor ao ser humano do que a própria Palavra de Deus, quando revela exatamente quem nós somos. Mas dificilmente também alguém oferece alternativa e Caminho mais preciso e eficaz.

Mais difícil do que pensar criticamente é reconhecer que o outro também pode ser crítico no seu pensar.

Mesmo não sendo ao que a maioria costume aderir.






sábado, setembro 22, 2012

Manteniendo mis principios


Usted de alguna manera supo que aquel no era el mejor camino.
Pero no hablaste nada o no quiso reaccionar y ser mal entendido, pues otras cosas y hasta personas próximas hicieron creer que la otra manera seria la mejor.
Pasa el tiempo y sucede lo que usted ya había anticipado.

Y usted lamenta no haber sido más firme en lo que sabía que era el mejor.
Situaciones como esta ya pudieron tener pasado con usted, para cosas pequeñas o grandes. Y nosotros pensamos: “yo tenía en sentimiento que por allá era mejor”, o aun nos preguntamos: “¿lo que me dio tamaña seguridad de opinión?”

Yo salgo con un intento de respuesta: principios. Cuando nuestra opinión y visión están fundamentadas en principios, y entonces nos da la idea de lo que debería ser lo correcto en hacer, difícilmente nos equivocamos. Pues no es posible romper los principio, solamente pelear contra ellos. Se venir otras opiniones, que sean guiadas por valores personales, momentáneos, o simplemente erróneos, es cierto que por longo tiempo ellas no se sostienen.

Mantener principios y guiarse por ellos es el camino más seguro. Puede no ser lo más popular, o el más rápido. Puede ser lo que va a traer enemigos y crear unos rostros volteados. Pero es la estrada que no solamente nos guía por el camino correcto ella es este lugar. Jesucristo, que es el Camino, nos muestra en Su Palabra principios que valen la pena tener y mantener. Y no da la visión y casi como un ‘don de profecía’.

Pues lo que no es fundamentado en principios, más día, menos día, va a fallar.


Pastor Lucas André Albrecht
Capellán de la ULBRA, Pastor de la Congregación ‘San Pablo’
Canoas, Brasil



Traducción
:
Rev. Walter T.Ries Jr.
Misionero Luterano en La Republica Dominicana

sexta-feira, setembro 21, 2012

Colocar em ordem


No nosso mundo, algumas coisas andam meio invertidas.

Novelas que começavam com os desencontros até chegarem ao final feliz, agora começam com os relacionamentos já estruturados e passam para os desencontros e problemas. Programas de qualidade duvidosa passam em ‘horário nobre’, enquanto programas bons passam em horários quase inatingíveis. Ricos estudam em universidades federais gratuitas e os de menos poder aquisitivo pagam sua faculdade, ou até nem mesmo estudam. Dentre outros exemplos.

No campo da fé também acontece. E duas das coisas que têm sido bastante invertidas, estão a e amor. Em muitos casos, a fé assumiu a característica do amor. E vice-versa.

Por exemplo: a fé é utilizada em muitos contextos para indicar ação, uma certa maneira de esforço pessoal, de sacrifício e de tentativa manipulação da auto-estima. Em outras palavras, você deve usar sua fé para atingir seus objetivos. Já o amor, que vem de um verbo de ação, amar, é transformado em um sentimento estático, em algum lugar da mente ou do coração. Às vezes se sente, às vezes não. Por isso que, para muitos, “o amor acaba”, como novelas e filmes tentam provar.

Entretanto, a fé não é ação. É algo que ganhamos e no qual não há contribuição nenhuma de nossa parte, não há esforço nem mérito. Crer, sim, é ação nossa. Mas ter fé é algo que não depende de nós, é presente de Deus. Quanto a amar, é um verbo, e por isso, é ação. Aí sim, com o auxílio de Deus, agimos.  Por isso, se alguém acha que o “sentimento amor” acabou, tem aí um excelente motivo para amar, entrar em ação! Para se doar, para ir além, para fazer a fé, que é presente, entrar em ação através do amor.  

A fé em Cristo, um presente que salva, entra em ação pelo amor. A fé nos salva, o amor nos move. Uma fé que nos liga a Deus e um amor que nos liga a Ele e ao próximo.

Fé e amor que colocam coisas invertidas em seu devido lugar.




Rev. Lucas André Albrecht


sábado, setembro 15, 2012




“Posso não ter chegado aonde queria ir, mas creio que cheguei aonde precisava estar.

(Douglas Adams)


sexta-feira, setembro 14, 2012

As far as you dwell on it


His daughter came to him in tears to complain. Her older brother had called her a bad name that she hated to hear. Her dad listed and then asked her to tell him the word. He then used it, too.  - What, are you not mad at me too? I used the same bad name to call you! – says the father.
 - No, I’m not, daddy.
 - Why?
 - I...I don’t know....
 The father, looking into her eyes, explained:
- As you could see, darling, listening to a bad word or sentence is not enough to make us feel bad. You have to decide either you will feel bad for it or not. Then, this will bother and annoy you as far as you dwell on it.
Sure, sometimes it is inevitable to feel bothered by the anger, indifference, or malice we realize in other people’s words. But that truth is hard to contradict. Most things will hurt us just as far as we dwell on them. These examples prove it.

.- Now listen, son... (in the mouth of an irascible man)
- Now listen, son! (God)

- Just wait to see what I am preparing for you! (a vengeful person)
- Just wait to see what I am preparing for you! (God)

- I will be around all the time. (an unrelenting person)
- I will be around all the time. (God)
For those times when bad words bring us down, Jesus is the reliable shoulder and the friendly ear where we can lay our complaint and lament. For it is from Him we receive good, certain words, with no anger, but love, from which we can be sure of the worth he bestows on us; guaranteed and certified.
It is with these good words, with these reliable principles, that family relationships can be strengthened, nurtured and improved. This way we can lay aside everything that is harmful and let everything that is beneficial in. Parents who raise their children in this confidence increase the chance of seeing them, in the days to come, not being brought down by any word.
Jesus’ uplifting Word – everyone will want to dwell on it. As far as possible!

Rev. Lucas André Albrecht
Senior Chaplain at Ulbra, Parish Pastor at “St. Paul”,
Canoas ,RS, Brazil
www.ulbra.br/pastoral



Translator:
Rev. Paulo S. Albrecht
Rio de Janeiro, RJ, Brasil

Text  revision
Ms. Kim Starr
MA Practical Theology & Deaconess Certified
Wisconsin, US

Mantendo os princípios


Você de alguma forma sabia que aquele não era o melhor caminho.

Mas não falou ou teve receio de agir e ser mal entendido, pois outros fatos e até pessoas proximas fizeram acreditar que outra alternativa poderia ser a melhor.

Passa o tempo e o que acaba acontecendo é aquilo que você já tinha antecipado.
E você se lamenta de não ter sido mais firme naquilo que sabia que era o melhor.

Situações como esta já podem ter lhe acontecido, seja para pequenos ou para imensos assuntos. E a gente, além de dizer, “puxa, eu estava sentindo que era por ali”, ainda se pergunta: “o que me deu tamanha segurança de opinião?”

Eu arrisco uma resposta: principios. Quando nossa opinião e visão estão fundamentadas em principios, e então nos dão noção do que deveria ser o certo a se fazer, dificilmente erramos. Pois não é possivel quebrar principios, apenas nos quebrar contra eles. Se entrar outra opinião, ou opiniões, que sejam guiadas por valores pessoais, momentâneos, ou simplesmente errados, é certo que, por mais certas que possam parecer no momento, no longo prazo não se sustentarão.

Manter princípios e guiar-se por eles é o caminho mais seguro. Pode não ser o mais popular, o mais rápido. Pode ser o que vai trazer inimigos e gerar rostos virados. Mas é a estrada que não apenas conduz ao lugar certo, mas ela propria é o lugar. Jesus Cristo, que é o Caminho, revela em Sua Palavra princípios que valem a pena ter e manter.  E, além disso, dão a visão e quase que um ‘dom da profecia’. 

Pois aquilo que não está fundamentado em principios, mais dia, menos dia, vai falhar.





Rev. Lucas André Albrecht

quarta-feira, setembro 12, 2012


Sugestão para os pensadores do Código Penal. Se uma mulher se declarar incapacitada de cuidar da VIDA que está dentro dela, não precisa matá-la. Quando a criança nascer, ela pode ser entregue a um dos milhares de casais da fila de adoção, que a receberão com amor, de braços abertos.

terça-feira, setembro 11, 2012

Pai


Imagine a cena.

Você em um lugar estranho. Centenas de pessoas estão ao seu redor, mas você não conhece ninguém.

Nesta hora, o que lhe traria conforto: um arquiteto passando ao lado, a quem você pudesse chamar? Pode ser que sentir alguma espécie de energia poderia lhe fazer sentir-se melhor? Ou então, outra alternativa, ver um cara lá em cima do viaduto próximo e poder chamá-lo?

Pode existir alguma chance de algum deles poder trazer alguma coisa. Mas, certamente, nenhum deles traria o conforto, segurança e auxilio que o seu pai, ou a sua mãe, poderiam trazer.

Quando os discípulos de Jesus Cristo pediram que Ele os ensinasse a orar, o Mestre começou dizendo: “Pai Nosso...”. Numa sociedade em que o nome de Deus nem era pronunciado, Jesus não apenas diz que podemos falar direto com Ele, como ainda estimula a chamar da forma mais intima possível: Pai.

Hoje, em nossa sociedade, parece que ainda não se pronuncia o nome do Deus da Bíblia em certos ambientes, ao menos não com naturalidade. Mas a oração de Jesus Cristo permanece modelo.”Pai”. É assim que podemos chamar Aquele que, por amor, nos fez ser quem somos, nos tirando do erro e nos adotando como seus filhos.

Ainda que haja a objeção sobre a figura paterna em nossos tempos, por muitas vezes ser ausente e irresponsável. Não precisamos mirar nos maus, mas nos bons exemplos dos pais que fazem o seu melhor. E, principalmente, lembrar que Ele é o Pai por excelência, que jamais nos abandona nem nos rejeita como filhos.

Conforto. Em todas as horas. Em qualquer lugar.


Rev. Lucas André Albrecht


quarta-feira, setembro 05, 2012

Boca e coração


O texto do Evangelho de Marcos no capitulo 7 nos coloca diante de uma pergunta: da boca ou do coração: de onde vem a religiosidade que agrada a Deus? Um conflito com os lideres religiosos surgiu de uma questão cerimonial: Lavar ou não as mãos antes de comer(não como o fazemos hoje, mas um ritual de purificação). Mas outra pergunta precisaria ser feita: o que realmente precisava ser lavado? Aquele tipo de religiosidade ensinava que era possível, pelo praticar de sua numerosa lista de leis, ficar limpo, longe do pecado.

Aqueles lideres já morreram. Mas e sua maneira de ver o mundo?...

Talvez não. E um resumo desta visão encontramos na internet, no mundo das redes sociais. Lá, todo mundo é legal, todo mundo odeia a mentira, ama os animais, é sempre sincero, não fica por uma noite, odeia a mentira e a hipocrisia... Até mesmo somos empurrados a aderir a causas mesmo contra nossa convicção, para não sermos vistos como politicamente incorretos. Em resumo, nesta visão “religiosa”, folhas e galhos contam mais do que tronco e raiz.

Jesus aproveitou aquela oportunidade educativa para mostrar aos fariseus de seu tempo, e a todos nós, do que a verdadeira religião cristã trata: da raiz. Sujos por dentro, e não apenas por fora, precisamos ser salvos, renovados, transplantados para o terreno da Palavra de Deus. Para aí produzir frutos que partem do coração com fé Nele.  

Ou seja, o que, de fato, precisa ser lavado? As mãos, os braços até os cotovelos? Jesus responde: o coração. O perfil precisa ser completamente refeito, de dentro para fora, e então refletir quem realmente somos.  A vida de fé não é um educar apenas a boca para falar frases feitas ou os braços e pernas para fazerem o que se diz ser o mais certo. Até porque uma simples atitude derruba centenas de palavras. Elas querem educar o coração. Plantar e semear princípios cristãos, que permanecem. Para que nossa convicção apareça, sim, em palavras e testemunho.

Mas com a boca sempre conectada ao coração.




Rev. Lucas André Albrecht

domingo, setembro 02, 2012

Louva ao Senhor, Potentissimo

Orquestra Sacra da ULBRA, Uniao Coral e Banda, no culto de aniversário, 40 anos, 19.08.2012.
Solo: Jean Regina
Regência: Pastor Paulo Brum