Ídolo

Porquê Jesus Cristo jamais seria um ídolo pop do nosso tempo.

Um ídolo pop precisa ser idolatrado por milhões de pessoas ao redor do mundo
Jesus Cristo, quando na Terra, teve alguns seguidores. Mas dezenas de inimigos. E milhares de indiferentes.

O ídolo precisa ser excêntrico, ter manias e gostos que o distinguem, e que fazem sentido apenas para ele mesmo
As manias de Jesus Cristo eram comuns demais: comer, dormir, conversar, ajudar... O que pode ser chamar de excêntrico em sua trajetória são os milagres. Mas estes sempre faziam sentido para o próximo.

O ídolo precisa ser capaz de gerar, atrair e também amar milhões. De moedas.
Jesus fez tudo de graça apenas por amor a milhões. De pessoas.
Quem simplesmente faz dinheiro ás Suas custas hoje não entendeu o recado.

Um ídolo é amado por milhões de pessoas, assim como odiado por outras tantas. Mas não conhece quase nenhuma delas.
O Mestre foi amado por alguns; talvez ignorado por outros tantos. Mas conhece muito bem a todos. Todos.

A morte de um ídolo pop precisa causar comoção nacional ou mundial. São necessários um túmulo para visitar e imagens para relembrar.
A morte Dele foi vista por poucos, zombada por alguns e praticamente ignorada por “jornalistas” da época. Não há túmulo para visita. E é difícil alguém que ache lindo relembrar a figura de um condenado à pena de morte.

O Ídolo é distante, misterioso e inatingível
Já o Mestre - próximo, evidente, revelado demais.

Jesus Cristo jamais seria um ídolo, um Rei do pop, cinema, TV, nada. Mas Ele é algo quem ninguém mais será: o Rei dos reis. E basta. Não importa se há mídia ou não para este fato.
E é isto que Ele quer ser no coração de cada um, já que não está à procura de fãs; Ele está sempre à procura dos filhos.

E vai continuar a fazer isto até o fim. Pois este é o seu maior propósito: ‘Heal the World’.
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