Do bem

Ser “do bem” ou ser “do mal”. Expressões que já têm uso corrente em nossa sociedade. Certa atitude ou opinião é considerada “do bem”, enquanto outra, “do mal”. E a expressão aparece com mais força quando se trata de pessoas. “Eu sou do bem”, é a escolha da maioria. “Fulano ou fulana é do mal”, é o julgamento

Matérias, estatísticas, programas e espaços de interação parecem apontar para o fato de que existe um consenso, uma certa opinião pública consolidada, em torno do que é “do bem” ou não. Procure reparar como, em diversos temas, especialmente os mais polêmicos, muitas pessoas não dão sua opinião de fato, especialmente em frente às câmeras, mas procuram se alinhar com o discurso considerado ‘correto’.  Olhando com atenção, é possível perceber quais são os preceitos e normas semi-ocultos que, cada vez mais, lutam pelo direito de estabelecer e determinar o lado do bem e o lado do mal.

Quais os critérios para esta definição do que é um e o que é outro? Boa pergunta. São eles valores do momento ou princípios atemporais, auto-evidentes e constantes?

Para os cristãos, nada mudou. São princípios imutáveis que dão o fundamento do bem. O Bem maior, Jesus Cristo, já os ensinou, em sua Palavra, fundamentando o coração para viver bem e para praticar o bem. Se o conceito considerado como consenso julgar que algo nisso não esta bem...bem, então tudo bem em ser “do mal”, se isto significar permanecer firme naquele que é Bom. Valores humanos, transitórios, não têm a mínima condição de superar o que é Divino e constante.

Ser “do bem” não há dúvida, todos querem. E todos podem! Pois estes princípios nunca serão propriedade de alguns.
São sempre fundamento para todos.




Pastor Lucas André Albrecht
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