Mão

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Uma enfermeira levou um cansado e ansioso rapaz até a beira da cama de um homem idoso. “Seu filho está aqui”, ela sussurrou. Teve que repetir isso algumas vezes até que os olhos do ancião se abrissem

O homem estava muito sedado por causa da dor causada pelo ataque cardíaco e mal podia ver o jovem. Ele estendeu sua mão e o rapaz agarrou-a firmemente, fazendo uma massagem de encorajamento. A enfermeira, então, trouxe uma cadeira até o lado da cama.

Durante toda a noite o jovem ficou ali sentado, segurando as mãos do velho homem, e dizendo gentis palavras de esperança. O homem á beira da morte não disse nada, enquanto segurava firmemente a mão do filho.

Ao alvorecer, o paciente morreu. O rapaz encostou na cama a mão sem vida que ficara segurando e então avisou a enfermeira. Enquanto ela fazia o necessário, ele esperou. Quando terminou, a enfermeira começou a dizer palavras de conforto para o rapaz, que interrompeu, dizendo:
“Quem era aquele homem?”
“Pensei que fosse seu pai” – disse a enfermeira.
“Não, ele não era meu pai. Nunca o vi em minha vida”
“Então porque você não me disse quando o levei até ele?”
“É que eu percebi que ele precisava muito de seu filho e ele não estava lá. Então, quando me dei conta que ele estava muito doente para saber se eu era ou não seu filho, percebi o quando ele precisava de mim...”

“Eu estou certo de que o Senhor está sempre comigo; ele está ao meu lado direito, e nada pode me abalar.
Por isso o meu coração está feliz e alegre. E eu, um ser mortal, me sinto bem seguro”. (Salmo 16)

A Mão na qual sempre podemos segurar com força e segurança.
Porque Ela nos segura primeiro.


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