Valorização da Vida
“Meu corpo, minhas regras. Eu faço com ele o que quiser.” Essa frase é frequentemente utilizada para defender o direito ao aborto. Mas existe uma questão que merece ser considerada: será que essa mesma lógica é realmente aplicada de maneira consistente quando falamos sobre as escolhas das próprias mulheres? Uma mulher pode ser criticada se participar de uma propaganda de cerveja, mas também pode ser criticada se decidir se expor dessa maneira. Pode ser julgada se escolher não trabalhar fora de casa e dedicar-se à família. Pode ser rotulada se enxergar o marido como líder da família. Pode ser questionada se não concordar com determinadas ideias sobre gênero. Pode ser discriminada por suas escolhas, opiniões ou convicções. Em alguns casos, parece que a liberdade de escolha é valorizada apenas quando a escolha coincide com aquilo que determinado grupo considera correto. A mulher, porém, deve ser valorizada sempre. Sua dignidade não depende de suas escolhas, de sua profissão, de sua visão ...






