Predador e presa

A respeito da nova descoberta paleontológica de pesquisadores da Ulbra, compartilhamos um comentário do ponto de vista confessional, utlizando texto do Rev.Prof. Dr. Acir Raymann, da Ulbra e do Seminário Concórdia.


Em primeiro lugar, é um momento de celebração o fato de os protagonistas de uma descoberta dessa natureza serem professores da Ulbra, colegas nossos. Há, claro, hipóteses envolvidas nesse e em achados anteriores na região. A principal delas é a questão da datação dos períodos, típica de uma proposta evolucionista com a qual não precisamos concordar.




Dinossauros existiram (e quem sabe ainda existam.) Os fósseis estão aí para atestar. Possivelmente não eram tão grandes como popularmente se imagina. E, como mencionado anteriormente, há hipótese e propostas envolvidas neste e outros achados com as quais não é necessário concordar.


Ainda conhecemos muito pouco da criação de Deus. A cada dia nos maravilhamos com novas descobertas seja nas florestas, nos mares ou no espaço sideral. Nestes contextos, a criação divina dá glórias a Deus continuamente (Salmo 19).

Dr. Acir Raymann.

Em segundo lugar, particularmente acho interessante a explicação dada pelos escavadores dos fósseis do "predador"e da "vítima" terem sido encontrados no mesmo local: "A hipótese mais provável", afirmam eles, "é que os dois animais sucumbiram em um mesmo evento climático, provavelmente uma grande seca seguida de uma inundação." Essa frase vem corroborar o relato bíblico de que estes e outros dinossauros pereceram simultaneamente no dilúvio. Nem todos; alguns estavam na arca!
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