Iguais?

O ser humano tem uma essência igual, não importa a origem e a cultura. Determinados valores e defeitos repetem-se do Havaí à Nova Zelândia.




E os animais, também? Na essência, eu não sei, Mas na forma, tenho certeza.
Olhando a página inicial de dois jornais neozelandeses, ontem (atrás do assunto da morte de Steve Irwin, o "caçador de crocodilos"), no Today's front pages, deparei-me com irmãos gêmeos dos bichos de estimação da família. A nossa gata, Phoebe. E o boxer da minha sogra, Morfeu(que, nesse ângulo, até não parece tanto).





Os animais, pelo que se sabe, não se importam com isso.
Já o ser humano, normalmente, gosta de ser único e diferente dos outros. E, de fato, somos, inimitáveis, da Nova Zelândia ao Chile.

Mas, pelas proprias noticias destes jornais do outro lado do mundo, não dá para negar que somos muito parecidos. Temos dúvidas e anseios em comum. Problemas cotidianos similares. Desejos compartilhados com os outros 5,999,999,999 habitantes do planeta.
E o mais importante: quando temos fé, temos um único e mesmo Pai, que está em todos e age por meio de todos. Inigualável.

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