Bah, que teoria!

"Não somos inteiramente humanos" sugere a equipe do Instituto de Pesquisa Genômica (TIGR, na sigla em inglês), de Maryland (EUA). Temos uma relação de interdependência tão grande com as bactérias que poderíamos ser considerados organismos simbióticos, algo do tipo "meio humano, meio bactéria".

"Somos de certa forma como um amálgama, uma mistura de bactérias e células humanas. Algumas estimativas dizem que 90% das células no nosso corpo na verdade são bactérias", disse Steven Gill, ex-pesquisador do TIGR e agora cientista da Universidade do Estado de Nova York, por telefone.


O que esta pesquisa "sugere", ou "talvez indique" não mudaria muita coisa, já que poderíamos dizer igualmente que, por exemplo, somos "pouco humanos, muito água" (cerca de 70%).

O diferente, ao lermos uma manchete como esta é que, uma vez que normalemente associamos bactérias primeiramente a coisas ruins, doenças, problemas, parece estranho admitir que elas cooperem tanto assim para o nosso bem.

Se podemos pensar isso de bactérias, porque não pensar também das dificuldades que acontecem pelo caminho? O que, em princípio, parece ser algo que só nos causa o mal, assustador ou que nos deixa doentes, pode termianar em um grande benefício, aprendizado, ensinamento.

Aliás, é o que a Bíblia promete: "Todas as coisas trabalham juntas para o bem dos que ama a Deus". A água da vida que Jesus nos dá é a maneira certa de tranformar essas bactériass diárias e "do bem", apontando para o Criador. Podemos esse nosso um conjunto de lipídios, glicídios, proteínas e tudo o mais, pode até ser "meio humano, meio bactéria". E, de certa forma, somos "meio alegrias, meio problemas". Mas, de uma coisa, pela fé, podemos ter certeza: somos metade filhos de Deus. E a outra metade, também.
6 comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Só os loucos sabem

Tempo de uma vida

Com consideração