Óbvio

Imagem: editora Sextante
Filmes são obras de ficção. Não importa se são inspirados em livros ou baseados em fatos reais. São historias criadas. roteirizadas, trabalhadas para a vida ideal, não real.

O Código da Vinci, que contem, é certo, absurdos sobre a fé e história cristã, se enquadra nesta categoria. Podemos utilizar os ganchos que ele proporciona para confrontar as viagens e vertigens que apresenta, mas continua sendo uma obra de ficção, no papel ou na tela.

Por isso, será que o
deputado Salvador Zimbaldi (PSB-SP) ainda não aprendeu que proibir é a melhor e mais rápida forma de promover, divulgar, alavancar, estourar bilheteria e todos os sinônimos de sucesso nacional para um filme ou obra?

Às vezes não se diz o óbvio com medo de ser óbvio. Mas, pelo que vemos, confirma-se a idéia
(mencionada ainda hoje, no 7 minutos aqui na Capela, pelo Pastor Paulo), de que são as coisas óbvias as mais difíceis de se por em prática.

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